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sábado, 16 de outubro de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
PREMIO SESC DE LITERATURA
Acessem o link para saber sobre o Premio SESC de literatura, as inscrições estão abertas!!
http://www.sesc.com.br/premiosesc/index.html
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quarta-feira, agosto 04, 2010
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sábado, 17 de julho de 2010
ECAD: matéria LEIA É INTERESSANTE
Por Célia Froufe e Karla Mendes, Agencia Estado, Atualizado: 16/7/2010 18:19
SDE abre processo contra Ecad por suspeita de cartel
A Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça abriu processo administrativo contra o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) por possível formação de cartel, segundo despacho publicado hoje no Diário Oficial da União (DOU). O Ecad é formado por seis entidades do setor de cultura e é responsável pelo recolhimento e distribuição dos direitos autorais de música no País.
Apesar de se tratar claramente de um monopólio nessas atividades de coleta e distribuição, que já foi julgado e autorizado, não há nada do ponto de vista legal que subsidie ações da Ecad, como, por exemplo, a fixação de valores de cobrança para a execução de músicas em programas de televisão, rádio ou mesmo em eventos públicos.
"Decido pela instauração de processo administrativo em desfavor dos representados para apurar possível ocorrência de infração à ordem econômica", escreveu a secretária Mariana Tavares de Araújo, no documento. Ela negou, no entanto, pedido de medida preventiva formulado pela Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA), de suspensão das cobranças do Ecad, em caráter liminar.
O processo administrativo da SDE foi originado por uma representação feita pela ABTA, que contesta a competência do Ecad para fixar valores de direitos autorais, considerados abusivos pela associação e sem conexão com a realidade. "O problema é que o Ecad impõe às TVs por assinatura a cobrança de 2,55% sobre o faturamento total das empresas. Dá uma fortuna", criticou Alexandre Annenberg, presidente da ABTA.
Tomando por base o faturamento de R$ 7 bilhões do setor em 2009, o valor arrecadado pelo Ecad foi de cerca de R$ 180 milhões só no segmento de TV paga. "É um valor muito alto, incompatível com o valor de mercado", reclamou Annenberg.
O maior problema, segundo o ABTA, é a forma de cobrança, pois o pagamento de direito autoral incide, inclusive, sobre canais que não teriam essa obrigação de fazê-lo, como canais esportivos, por exemplo. Segundo Annenberg, a ABTA chegou a fazer uma proposta ao Ecad de pagamento de 2,55% sobre o custo dos canais que transmitem músicas, mas não houve nenhuma "receptividade".
Mesmo que a SDE não tenha suspendido a cobrança da taxa, a ABTA considera que o processo terá desdobramentos importantes. "O ponto principal é que o Ecad acabou se tornando um monopólio. Em outros países, há várias entidades que cumprem esse papel", observa Annenberg. "Finalmente, a questão está em xeque", comemorou.
Após a averiguação pela SDE, o processo pode ser encaminhado para julgamento no Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência (Cade), caso haja a constatação de que o Ecad está agindo em desconformidade com a lei.
SDE abre processo contra Ecad por suspeita de cartel
A Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça abriu processo administrativo contra o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) por possível formação de cartel, segundo despacho publicado hoje no Diário Oficial da União (DOU). O Ecad é formado por seis entidades do setor de cultura e é responsável pelo recolhimento e distribuição dos direitos autorais de música no País.
Apesar de se tratar claramente de um monopólio nessas atividades de coleta e distribuição, que já foi julgado e autorizado, não há nada do ponto de vista legal que subsidie ações da Ecad, como, por exemplo, a fixação de valores de cobrança para a execução de músicas em programas de televisão, rádio ou mesmo em eventos públicos.
"Decido pela instauração de processo administrativo em desfavor dos representados para apurar possível ocorrência de infração à ordem econômica", escreveu a secretária Mariana Tavares de Araújo, no documento. Ela negou, no entanto, pedido de medida preventiva formulado pela Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA), de suspensão das cobranças do Ecad, em caráter liminar.
O processo administrativo da SDE foi originado por uma representação feita pela ABTA, que contesta a competência do Ecad para fixar valores de direitos autorais, considerados abusivos pela associação e sem conexão com a realidade. "O problema é que o Ecad impõe às TVs por assinatura a cobrança de 2,55% sobre o faturamento total das empresas. Dá uma fortuna", criticou Alexandre Annenberg, presidente da ABTA.
Tomando por base o faturamento de R$ 7 bilhões do setor em 2009, o valor arrecadado pelo Ecad foi de cerca de R$ 180 milhões só no segmento de TV paga. "É um valor muito alto, incompatível com o valor de mercado", reclamou Annenberg.
O maior problema, segundo o ABTA, é a forma de cobrança, pois o pagamento de direito autoral incide, inclusive, sobre canais que não teriam essa obrigação de fazê-lo, como canais esportivos, por exemplo. Segundo Annenberg, a ABTA chegou a fazer uma proposta ao Ecad de pagamento de 2,55% sobre o custo dos canais que transmitem músicas, mas não houve nenhuma "receptividade".
Mesmo que a SDE não tenha suspendido a cobrança da taxa, a ABTA considera que o processo terá desdobramentos importantes. "O ponto principal é que o Ecad acabou se tornando um monopólio. Em outros países, há várias entidades que cumprem esse papel", observa Annenberg. "Finalmente, a questão está em xeque", comemorou.
Após a averiguação pela SDE, o processo pode ser encaminhado para julgamento no Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência (Cade), caso haja a constatação de que o Ecad está agindo em desconformidade com a lei.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Eleições UESB - resultado final - FAÇAM CIRCULAR
É lamentável que as pessoas mudem de opinião diante de todos os registros que foram feitos durante os debates nessa eleição.
Ficou claro que os adeptos à chapa 2, incluindos os próprios, negaram o voto universal como forma de disputar a eleição, considerando-o ILEGÍTIMO e agora evocam a solidariedade para garantir a nomeação da chapa derrotada.
O voto universal foi proposto pela chapa 1 e negado pelas demais, pois temiam que o resultado fosse outro.
A chapa 2 perdeu a oportunidade de denunciar o processo eleitoral anti-democrático instalado e de comprometer-se com o voto universal e exaltaram o voto paritário e querem usar a lista triplice como forma de alçar o poder.
Lista tríplice essa combatida pelo movimento docente.
Iremos negar a pauta docente e rasgaremos a história de luta da categoria só para referendar os causuísmo e os interesses individuais por cargos?
O processo eleitoral foi considerado democrático pela chapa 2 e agora pleiteiam a virada de mesa.
O voto do livre nomeado foi combatido pela chapa 1 e omitido pela chapa 2 e 3 e deviam ter tido era o cuidado quando a reitoria propôs o regimento viciado e feito a discussão com seriedade que merecia o tema.
É preciso lembrar como os departamentos em Jequié trataram o assunto, chamando uma reunião interdepartamental juntamente coma ADUSB, numa sexta-feira, com início às 16 horas, no Auditório da DIREC 13, compromentendo toda a discussão sobre o regimento, que seria discutido na segunda-feira seguinte, por ordem do magnífico reitor e referendado pelas direções departamentais no CONSU, sem discussão séria. A pergunta é: a quem interessava que o regimento fosse tratado dessa maneira?
Mas acho que a chapa 2 deveria assumir publicamente que deseja usar a lista tríplice para ser nomeada, através de gestões junto ao govenador, corroborando com o que foi noticiado nas rádios de Vitória da Conquista e em blogs.
É legal usar a lista tríplice, pois o atual governo ainda não a revogou.
Prof. MSc. Candido Requião
DQE- 73 3528 9621
Cel - 73 8804 5989
Fax - 73 3525 6683
Jequié-Ba
Ficou claro que os adeptos à chapa 2, incluindos os próprios, negaram o voto universal como forma de disputar a eleição, considerando-o ILEGÍTIMO e agora evocam a solidariedade para garantir a nomeação da chapa derrotada.
O voto universal foi proposto pela chapa 1 e negado pelas demais, pois temiam que o resultado fosse outro.
A chapa 2 perdeu a oportunidade de denunciar o processo eleitoral anti-democrático instalado e de comprometer-se com o voto universal e exaltaram o voto paritário e querem usar a lista triplice como forma de alçar o poder.
Lista tríplice essa combatida pelo movimento docente.
Iremos negar a pauta docente e rasgaremos a história de luta da categoria só para referendar os causuísmo e os interesses individuais por cargos?
O processo eleitoral foi considerado democrático pela chapa 2 e agora pleiteiam a virada de mesa.
O voto do livre nomeado foi combatido pela chapa 1 e omitido pela chapa 2 e 3 e deviam ter tido era o cuidado quando a reitoria propôs o regimento viciado e feito a discussão com seriedade que merecia o tema.
É preciso lembrar como os departamentos em Jequié trataram o assunto, chamando uma reunião interdepartamental juntamente coma ADUSB, numa sexta-feira, com início às 16 horas, no Auditório da DIREC 13, compromentendo toda a discussão sobre o regimento, que seria discutido na segunda-feira seguinte, por ordem do magnífico reitor e referendado pelas direções departamentais no CONSU, sem discussão séria. A pergunta é: a quem interessava que o regimento fosse tratado dessa maneira?
Mas acho que a chapa 2 deveria assumir publicamente que deseja usar a lista tríplice para ser nomeada, através de gestões junto ao govenador, corroborando com o que foi noticiado nas rádios de Vitória da Conquista e em blogs.
É legal usar a lista tríplice, pois o atual governo ainda não a revogou.
Prof. MSc. Candido Requião
DQE- 73 3528 9621
Cel - 73 8804 5989
Fax - 73 3525 6683
Jequié-Ba
quarta-feira, 12 de maio de 2010
BUGRA
Nasci no ambiente meio-entre-céu-e-terra.
Tenho pés de árvore e sigo o sol;
Escancarados olhos matutos,
Cérebro ventilado por cantares,
Pele tatuada em eternidade festiva de passarinhos.
Trabalho na roça de paz.
Vanda Ferreira
quarta-feira, 5 de maio de 2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010
NOTA DE REPÚDIO
(por ocasião do processo eleitoral 2010)
Venho por meio deste, tornar público meu repúdio ao processo antiestético e equivocado com que foram tratados os fatos do processo eleitoral de 2010 da União Brasileira de Escritores - UBE/MS.
Apesar do descaso com que foram tratadas as irregularidades encontradas pela Comissão Eleitoral da UBE/MS, ao proceder a análise documental das fichas dos associados e demais peças disponibilizadas, que podem impedir a realização do pleito;
Apesar das dificuldades que surgiram para estabelecer a inviabilização do pleito;
Apesar de ter sofrido tentativas de assédios, ameaças, chantagem perturbações para forçar acordos que, de maneira, viabilizassem as eleições 2010 da UBE/MS;
Apesar de descobrir que existem intenções nada sérias por parte de certas pessoas, às quais mantêm interesse em prejudicar o pleito que ora deveria transcorrer normalmente;
Apesar do menosprezo com que foi tradado o assunto;
Mantive a serenidade e não me curvei diante de pressão, continuo firme em meus princípios de paz e justiça, e no propósito de trabalhar com pessoas dignas.
Acredito que o momento é motivacional e todos se unirão para o advir de uma nova era que se inicia com a instalação da oportunidade para que todos nós sócios da UBE/MS promova a paz, a união e dê sua contribuição para que a entidade se fortaleça e faça juz ao seu respeitoso Estatuto.
Campo Grande, 25 de março de 2010
Vanda Ferreira
Membro da UBE/MS
67 9906.3336
Venho por meio deste, tornar público meu repúdio ao processo antiestético e equivocado com que foram tratados os fatos do processo eleitoral de 2010 da União Brasileira de Escritores - UBE/MS.
Apesar do descaso com que foram tratadas as irregularidades encontradas pela Comissão Eleitoral da UBE/MS, ao proceder a análise documental das fichas dos associados e demais peças disponibilizadas, que podem impedir a realização do pleito;
Apesar das dificuldades que surgiram para estabelecer a inviabilização do pleito;
Apesar de ter sofrido tentativas de assédios, ameaças, chantagem perturbações para forçar acordos que, de maneira, viabilizassem as eleições 2010 da UBE/MS;
Apesar de descobrir que existem intenções nada sérias por parte de certas pessoas, às quais mantêm interesse em prejudicar o pleito que ora deveria transcorrer normalmente;
Apesar do menosprezo com que foi tradado o assunto;
Mantive a serenidade e não me curvei diante de pressão, continuo firme em meus princípios de paz e justiça, e no propósito de trabalhar com pessoas dignas.
Acredito que o momento é motivacional e todos se unirão para o advir de uma nova era que se inicia com a instalação da oportunidade para que todos nós sócios da UBE/MS promova a paz, a união e dê sua contribuição para que a entidade se fortaleça e faça juz ao seu respeitoso Estatuto.
Campo Grande, 25 de março de 2010
Vanda Ferreira
Membro da UBE/MS
67 9906.3336
segunda-feira, 15 de março de 2010
II Conferência da Cultura - FESCMS
PROPOSTA DO FESC/MS PARA A CULTURA - ENTREGUE NA II CONFERÊNCIA DA CULTURA
INTRODUÇÃO
Não vemos como o Governo do Estado possa - na área da cultura, através da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), e o governo federal - através do Ministério da Cultura (Minc), diante da urgência em efetivar (uma vez que o momento histórico assim exige) uma política clara, organizada, abrangente, realmente integrada, tecnológica e funcional, em conjunto com os municípios - prescindirem da coragem e iniciativa necessárias para tanto.
E efetivar tal política é neste momento, para a FCMS, uma necessidade evidente, prioritariamente colocada. Seja por ela representar a ligação, o elo, entre o poder federativo e os municípios, no âmbito do setor público, seja pela necessidade de levar a efeito suas próprias políticas.
O Seminário do Plano Nacional de Cultura em MS nos oferece importante oportunidade para debatermos os parâmetros necessários para a cultura - do município ao âmbito federal, mais ainda por vermos o PNC em debate de certo modo como um “contraponto” ao ponto de partida que entendemos necessário.
Na realidade, colocada a questão entendemos que a organização estadual e nacional da cultura deve passar a ser trabalhada pelo alicerce do âmbito federativo: o município.
O texto em debate não surpreende, propondo ações importantes como valorizar a diversidade, o intercâmbio, tratar da produção, difusão e distribuição de produtos, de equipamentos (cineclubes, telecentros, pontos de cultura, bibliotecas etc.).
Mostra também que o governo federal continua a pressupor – certamente devido ao real distanciamento político e administrativo existente, que a cultura nos municípios esteja “pronta”, que existe de modo suficientemente valorizado, organizado e equipado, apto, portanto, ao trabalho em rede necessário, o que não acontece.
Na realidade o PNC quer atribuir à área cultural dos municípios mais uma infinidade de ações sem levar em conta a situação predominante. Parece ignorar que dentro de um processo histórico, caracterizado pela ausência quase total de políticas públicas (estadual ou federal) descentralizadoras, municipalistas (em todas as áreas) eles (municípios) não dispõem na quase totalidade - como em MS - de padrões nas diversas capazes de viabilizar em rede, em conjunto, neste momento, de forma satisfatória, as políticas propostas. Insistir nisso seria jogar boa parte do dinheiro fora.
O PNC, como muitas vezes acontece em políticas nacionais, está passando ao largo de ações mais básicas. No sentido contrário, utilizando o ditado popular queremos dizer: “o buraco é mais embaixo”.
Claro também, e sem suspense - dado o notório quadro existente - é que uma política de cultura de alcance realmente estadual, abrangente e funcional implica para nós em criar - a partir de parcerias da FCMS com cada município interessado (e estimulado) (com o apoio do Ministério da Cultura) - estruturas locais (municipais) permanentes, com base institucional, física, administrativas, de pessoal e o que mais for necessário para promoção de políticas integradas.
Fundamental, portanto, é trabalhar de forma a estabelecer padrões que permitam promover - com uso das facilidades tecnológicas, em rede, a interação entre a área cultural do município e as do Estado (FCMS) e do país (MINC). Aliás, esse é um dos pontos centrais não só do Plano Nacional de Cultura como do Sistema Nacional de Cultura.
É possível comparar o cenário atual da política nacional de cultura (governo federal + estados + municípios) como um quebra cabeças, para o qual estão faltando peças importantes.
As ações necessárias podem sem dúvida serem colocadas em prática com relativa facilidade e dentro da melhor relação custo-benefício, mas a partir de uma primeira conclusão básica (1):
O PONTO DE PARTIDA É A SITUAÇÃO ENFRENTADA PELA ÁREA DA CULTURA NO MUNICÍPIO, componente celular dos estados e do país.
NÃO ENCONTRAMOS A HISTÓRIA PRONTA
Para entendermos melhor as dificuldades enfrentadas para valorização e organização da área da cultura nos municípios, temos que começar por lembrar que na esfera federal a área da cultura separou-se da área da educação há apenas 23 anos.
Na maioria das cidades (incluindo as de MS), por sua vez, essa emancipação ainda não ocorreu. A cultura continua predominantemente ligada às secretarias de educação, ou outros órgãos, sem nenhuma autonomia financeira ou política. (ANEXO 01).
O Ministério da Cultura foi criado em 1985 e em 1990 foi transformado em Secretaria da Cultura, voltando a ser ministério em 1992. Em 1999 teve ampliados seus recursos e reorganizada sua estrutura, sendo novamente reestruturado em 2003. É uma existência tanto recente quanto repleta de mudanças, que com certeza contribuem para desenvolver, aperfeiçoar suas estruturas e suas políticas.
Constatamos desse modo que se no plano federal a organização da área da cultura é recente e só agora encaminha medidas como debates sobre a elaboração de um Plano Nacional de Cultura e do Sistema Nacional de Cultura, nos municípios uma política definida, organizada e articulada nesse setor nunca existiu. Salvo, provavelmente, raras, honrosas e autóctones exceções.
Mais ainda, diante do mesmo quadro histórico sequer a política cultural em MS, de modo amplo, permanente e funcional NÃO ESTÁ DEFINIDA COM A CLAREZA E A FUNCIONALIDADE NECESSÁRIAS, embora não tenhamos duvidas de que a FCMS esteja no caminho certo.
INTERESSE COMUM E AÇÃO CONJUNTA SÃO PREMISSAS
Um princípio básico para qualquer ação na área da cultura é com certeza constitucional: “ninguém pode ser obrigado a associar-se ou a permanecer associado”.
O preceito, aliado à autonomia também constitucional dos municípios, conduz inevitavelmente à busca de soluções com base em interesses comuns, nas afinidades. E quais são essas afinidades?
A primeira – assim acreditamos - diz respeito ao interesse cívico, político, tanto com relação ao município como ao Estado: buscar o bem-estar da sua população.
Para isso o mandatário foi eleito. E administrador que se preze deve se preocupar com a cultura por entender que ela é importante, tanto para a economia quanto para a formação da identidade local. E que tem políticas, estadual e federal para ampará-la. Não vê quem não quer.
Outro argumento, forte e verdadeiro, é que ao não se interessar por uma parceria com a FCMS e o Minc para organização, padronização e desenvolvimento conjunto da área da cultura o município terá sérias dificuldades para interagir e ser beneficiado por programas, projetos, verbas ou ações, seja da administração estadual ou da federal.
Não vai dispor sequer na maioria das vezes dos mecanismos básicos, técnicos e administrativos, fundamentais para as interações necessárias.
O trabalho de procurar as novas administrações municipais para montar uma rede – do interesse de todos – deve ser levado a efeito por parte da FCMS com apoio do FESC/MS (Fórum Estadual de Cultura de MS) a partir de um projeto bem definido, montado com base em leitura fundamentada e capaz de oferecer nitidamente vantagens para as partes. O caminho é o do convencimento, do reconhecimento das vantagens com base em uma boa proposta.
Conclusão (3), ALÉM DE AÇÃO POLÍTICA É UMA AÇÃO ADMINISTRATIVA CONJUNTA, SINCRÔNICA, ONDE TODAS AS PARTES, INCLUINDO O GOVERNO FEDERAL, GANHAM.
DEFININDO CONJUNTAMENTE UM ROTEIRO DE AÇÃO
Concluída a fase do entendimento, fechada a parceria e acertados interesses comuns é preciso haver o cuidado de não queimar etapas.
Em outras palavras, da mesma forma que ocorreu no plano federal um primeiro compromisso do município é valorizar a área cultural – entendendo, em definitivo, que ela existe nos dias de hoje dentro de um universo próprio - e que não é mais (ou não deve ser) vinculada à política de nenhum outro setor (salvo em ações conjuntas).
A área da cultura tem seus fundamentos, leis e orçamentos, tanto no plano do país quanto no do Estado e contribui para o desenvolvimento econômico e para a formação e fortalecimento identidade da população e do país. No plano histórico agora é a vez do município.
Conclusão (4) TRABALHAR, PELA ORDEM, COM CRITÉRIOS, A ORGANIZAÇÃO DE TODAS AS FASES NECESSÁRIAS
EMANCIPAR SOB RISCO DE DEFASAGEM E ISOLAMENTO
A área da cultura deve – portanto, como vemos - em cada município, ser na prática emancipada e dotada de estrutura administrativa e orçamentária própria. É uma constatação tão lógica quanto necessária para que os prefeitos não sejam surpreendidos - por exemplo - pela aprovação de uma hora para outra da PEC 150.
A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 150 é, aliás, um dos pontos centrais abordados pelo Plano Nacional de Cultura (PNC) - uma das suas prioridades: “A aprovação, em caráter de urgência, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 150/03 pelo Congresso Nacional e a garantia pelo Poder Executivo da destinação prioritária para políticas públicas de cultura”.
Ela (PEC 150) vincula para a cultura o mínimo de 2% no Orçamento da união, 1,5% no orçamento dos Estados e Distrito Federal, 1% do orçamento dos municípios.
A atualidade do debate nacional sobre o assunto nos fornece um bom parâmetro para comparar o avanço no plano do país com a situação predominante nos municípios – ainda agindo como baratas tontas.
Um projeto abrangente para a organização, em rede, da área cultural dos municípios deve levar em conta os seguintes aspectos:
1 - ADMINISTRATIVO
A percepção da importância da área da cultura pelo município (através de seus administradores e da sua população) deve levá-lo a concluir pela necessidade de, com a maior rapidez, fazer com que a cultura exista enquanto instância própria.
O PNC já orienta nesse sentido: “Estimular a criação e implantação de secretarias específicas de cultura e/ou fundações com orçamentos próprios nos estados e municípios”.
A FCMS pode e deve entrar nessa briga ampliando seus trabalhos de consultoria para sugerir, por exemplo, qual o modelo administrativo mais adequado para cada caso, tais como secretaria, fundação, departamento etc., e eventualmente suas subdivisões: como coordenadorias, gerências, núcleos, etc. O que são, para que servem, porque utilizá-las ou não.
Pode utilizar critérios como a população existente em cada local e fornecer modelos, orientações jurídicas, orçamentárias, técnicas etc., necessárias para implantar a opção. A FCMS (e o Minc) podem com certeza prestar uma ampla consultoria administrativa.
2 - JURÍDICO
Outra ação fundamental para que a cultura dos municípios interessados adentre o século XXI e interaja com as demais esferas é a existência de uma legislação municipal regulamentando o setor.
É desse modo que o município vai dispor dos meios legais necessários para as ações, locais e externas. A legislação regulamentará, por exemplo, um Plano Municipal de Cultura, o Conselho Municipal de Cultura e o Fundo Municipal de Cultura.
Nesse sentido é importante frisar que a não existência de tais mecanismos, a começar pelo Conselho Municipal de Cultura já é hoje fator impeditivo para que os municípios de MS obtenham financiamentos do FIC (Fundo de Investimentos Culturais), da Fundação de Cultura de MS.
Quanto à importância dos conselhos municipais a FCMS até mesmo realizou seminário em 2007, fornecendo entre outras orientações modelos de lei para criação de conselhos municipais de cultura. Excelente trabalho, que deve ser valorizado novamente – dentro de um projeto mais amplo.
3 - FÍSICO
O Governo do Estado, através da FCMS, deve criar e propor, juntamente com o Ministério da Cultura, projeto semelhante ao Programa Nacional de Apoio à Gestão Administrativa e Fiscal dos Municípios (PNAFM), do Ministério da Fazenda.
O PNAFM visa à melhoria da atividade administrativa da gestão pública municipal, destacadamente na área financeira, auxiliando na aquisição de equipamentos de infra-estrutura e de informática - no apoio e na comunicação.
Ou seja, a FCMS e o MINC podem, dentro do programa, doar aos municípios parceiros - que não disponham de equipamento (próprio da área da cultura não de outro órgão) um KIT constituído por micro-computador, impressora, escrivaninha e cadeira (ou o que mais for considerado necessário).
O valor de cada kit certamente não chegaria a R$ 2.500,00. Fazendo as contas, se em MS fosse necessária a doação de 100 kits (o número deve ser menor) o valor total será de R$ 250.000,00. Falando também popularmente, dinheiro de chipa diante dos R$ 90 milhões que teriam sido gastos na gestão anterior.
O mesmo programa (do Ministério da Fazenda) oferece também capacitação, consultoria, infra-estrutura e administração de pessoal. Abrange quase exatamente as mesmas áreas que descrevemos aqui. Não precisamos, previsivelmente, reinventar a roda.
Com certeza podemos criar nosso próprio modelo, já que cada lugar preserva suas peculiaridades, com base em experiências bem sucedidas.
Outros aspectos a serem considerados são a necessidade da manutenção dos equipamentos e o custeio das atividades desenvolvidas (material de consumo como tinta para impressoras, papéis, etc.).
4 - HUMANO
A primeira sugestão para um administrador municipal é colocar frente à pasta uma pessoa efetivamente interessada, identificada com o assunto, que entenda a importância da cultura para o município. São qualidades que podem contribuir para tornar o gestor mais versátil, desenvolto e integrado para aprender e para interagir. A pasta não pode ser tratada como um cabide de emprego – deve haver a maior afinidade possível da pessoa com o cargo.
5 - GESTÃO
Uma vez que a área da cultura do município se encontre dotada de estrutura: 1) administrativa (o órgão adequado/indicado para funcionamento da área da cultura local), 2) jurídica (as leis necessárias tanto para o próprio município quanto para interagir com o Estado e o Governo Federal), 3) física (local e equipamentos, as ferramentas de trabalho), 4) de custeio (que garanta as condições de funcionamento permanente do trabalho), vem o essencial: A GESTÃO. Que ações realizar?
Nesse sentido, começamos por duas sugestões:
A) a primeira é iniciar um trabalho continuado de formação dos gestores para a área da cultura - começando por uma formação básica, que pode contar com a ajuda de cartilhas, internet, vídeos e outras mídias.
Cabe nesse trabalho (de formação) um dos princípios do jornalismo (já que se trata de comunicação) - o de que o jornalista não deve pressupor que todos os leitores conheçam da mesma forma o assunto que está sendo tratado - e que é preciso sempre relembrar informações fundamentais. O objetivo é “situar” o leitor. No caso, o gestor.
A formação de um gestor cultural, levada a fundo, certamente justifica até mesmo uma cátedra específica nas universidades brasileiras – a de GESTOR CULTURAL. É possível que em futuro não muito distante a formação, técnica ou superior na área, seja requisito para o desempenho do trabalho.
Entre inúmeros assuntos o gestor deve aprender sobre a história da arte e da cultura, quais são e o que fazem os órgãos ligados à cultura (no Estado e no país), atribuições e políticas desenvolvidas, subdivisões (secretarias, fundações, secretarias, gerências, etc.), legislação existente (Constituição, Lei Estadual 2.726, etc.), financiamentos (FIC, FNC, Lei Rouanet, etc.).
B) A segunda providência refere-se ao encaminhamento, também de imediato de ações locais voltadas para a construção da organização, em rede, a partir dos moldes propostos e da parceria efetivada.
Enfatizar que no Estado existem oito áreas de produção cultural e no federal 10 e quais essas áreas.
A realização, de imediato, no município – com apoio da FCMC de inventário e diagnóstico da cultura local como ações prioritárias, cadastrando artistas, equipamentos etc.
Delasnieve Miranda Daspet de Souza
Secretária Executiva do Fórum de Cultura de Mato Grosso do Sul
INTRODUÇÃO
Não vemos como o Governo do Estado possa - na área da cultura, através da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), e o governo federal - através do Ministério da Cultura (Minc), diante da urgência em efetivar (uma vez que o momento histórico assim exige) uma política clara, organizada, abrangente, realmente integrada, tecnológica e funcional, em conjunto com os municípios - prescindirem da coragem e iniciativa necessárias para tanto.
E efetivar tal política é neste momento, para a FCMS, uma necessidade evidente, prioritariamente colocada. Seja por ela representar a ligação, o elo, entre o poder federativo e os municípios, no âmbito do setor público, seja pela necessidade de levar a efeito suas próprias políticas.
O Seminário do Plano Nacional de Cultura em MS nos oferece importante oportunidade para debatermos os parâmetros necessários para a cultura - do município ao âmbito federal, mais ainda por vermos o PNC em debate de certo modo como um “contraponto” ao ponto de partida que entendemos necessário.
Na realidade, colocada a questão entendemos que a organização estadual e nacional da cultura deve passar a ser trabalhada pelo alicerce do âmbito federativo: o município.
O texto em debate não surpreende, propondo ações importantes como valorizar a diversidade, o intercâmbio, tratar da produção, difusão e distribuição de produtos, de equipamentos (cineclubes, telecentros, pontos de cultura, bibliotecas etc.).
Mostra também que o governo federal continua a pressupor – certamente devido ao real distanciamento político e administrativo existente, que a cultura nos municípios esteja “pronta”, que existe de modo suficientemente valorizado, organizado e equipado, apto, portanto, ao trabalho em rede necessário, o que não acontece.
Na realidade o PNC quer atribuir à área cultural dos municípios mais uma infinidade de ações sem levar em conta a situação predominante. Parece ignorar que dentro de um processo histórico, caracterizado pela ausência quase total de políticas públicas (estadual ou federal) descentralizadoras, municipalistas (em todas as áreas) eles (municípios) não dispõem na quase totalidade - como em MS - de padrões nas diversas capazes de viabilizar em rede, em conjunto, neste momento, de forma satisfatória, as políticas propostas. Insistir nisso seria jogar boa parte do dinheiro fora.
O PNC, como muitas vezes acontece em políticas nacionais, está passando ao largo de ações mais básicas. No sentido contrário, utilizando o ditado popular queremos dizer: “o buraco é mais embaixo”.
Claro também, e sem suspense - dado o notório quadro existente - é que uma política de cultura de alcance realmente estadual, abrangente e funcional implica para nós em criar - a partir de parcerias da FCMS com cada município interessado (e estimulado) (com o apoio do Ministério da Cultura) - estruturas locais (municipais) permanentes, com base institucional, física, administrativas, de pessoal e o que mais for necessário para promoção de políticas integradas.
Fundamental, portanto, é trabalhar de forma a estabelecer padrões que permitam promover - com uso das facilidades tecnológicas, em rede, a interação entre a área cultural do município e as do Estado (FCMS) e do país (MINC). Aliás, esse é um dos pontos centrais não só do Plano Nacional de Cultura como do Sistema Nacional de Cultura.
É possível comparar o cenário atual da política nacional de cultura (governo federal + estados + municípios) como um quebra cabeças, para o qual estão faltando peças importantes.
As ações necessárias podem sem dúvida serem colocadas em prática com relativa facilidade e dentro da melhor relação custo-benefício, mas a partir de uma primeira conclusão básica (1):
O PONTO DE PARTIDA É A SITUAÇÃO ENFRENTADA PELA ÁREA DA CULTURA NO MUNICÍPIO, componente celular dos estados e do país.
NÃO ENCONTRAMOS A HISTÓRIA PRONTA
Para entendermos melhor as dificuldades enfrentadas para valorização e organização da área da cultura nos municípios, temos que começar por lembrar que na esfera federal a área da cultura separou-se da área da educação há apenas 23 anos.
Na maioria das cidades (incluindo as de MS), por sua vez, essa emancipação ainda não ocorreu. A cultura continua predominantemente ligada às secretarias de educação, ou outros órgãos, sem nenhuma autonomia financeira ou política. (ANEXO 01).
O Ministério da Cultura foi criado em 1985 e em 1990 foi transformado em Secretaria da Cultura, voltando a ser ministério em 1992. Em 1999 teve ampliados seus recursos e reorganizada sua estrutura, sendo novamente reestruturado em 2003. É uma existência tanto recente quanto repleta de mudanças, que com certeza contribuem para desenvolver, aperfeiçoar suas estruturas e suas políticas.
Constatamos desse modo que se no plano federal a organização da área da cultura é recente e só agora encaminha medidas como debates sobre a elaboração de um Plano Nacional de Cultura e do Sistema Nacional de Cultura, nos municípios uma política definida, organizada e articulada nesse setor nunca existiu. Salvo, provavelmente, raras, honrosas e autóctones exceções.
Mais ainda, diante do mesmo quadro histórico sequer a política cultural em MS, de modo amplo, permanente e funcional NÃO ESTÁ DEFINIDA COM A CLAREZA E A FUNCIONALIDADE NECESSÁRIAS, embora não tenhamos duvidas de que a FCMS esteja no caminho certo.
INTERESSE COMUM E AÇÃO CONJUNTA SÃO PREMISSAS
Um princípio básico para qualquer ação na área da cultura é com certeza constitucional: “ninguém pode ser obrigado a associar-se ou a permanecer associado”.
O preceito, aliado à autonomia também constitucional dos municípios, conduz inevitavelmente à busca de soluções com base em interesses comuns, nas afinidades. E quais são essas afinidades?
A primeira – assim acreditamos - diz respeito ao interesse cívico, político, tanto com relação ao município como ao Estado: buscar o bem-estar da sua população.
Para isso o mandatário foi eleito. E administrador que se preze deve se preocupar com a cultura por entender que ela é importante, tanto para a economia quanto para a formação da identidade local. E que tem políticas, estadual e federal para ampará-la. Não vê quem não quer.
Outro argumento, forte e verdadeiro, é que ao não se interessar por uma parceria com a FCMS e o Minc para organização, padronização e desenvolvimento conjunto da área da cultura o município terá sérias dificuldades para interagir e ser beneficiado por programas, projetos, verbas ou ações, seja da administração estadual ou da federal.
Não vai dispor sequer na maioria das vezes dos mecanismos básicos, técnicos e administrativos, fundamentais para as interações necessárias.
O trabalho de procurar as novas administrações municipais para montar uma rede – do interesse de todos – deve ser levado a efeito por parte da FCMS com apoio do FESC/MS (Fórum Estadual de Cultura de MS) a partir de um projeto bem definido, montado com base em leitura fundamentada e capaz de oferecer nitidamente vantagens para as partes. O caminho é o do convencimento, do reconhecimento das vantagens com base em uma boa proposta.
Conclusão (3), ALÉM DE AÇÃO POLÍTICA É UMA AÇÃO ADMINISTRATIVA CONJUNTA, SINCRÔNICA, ONDE TODAS AS PARTES, INCLUINDO O GOVERNO FEDERAL, GANHAM.
DEFININDO CONJUNTAMENTE UM ROTEIRO DE AÇÃO
Concluída a fase do entendimento, fechada a parceria e acertados interesses comuns é preciso haver o cuidado de não queimar etapas.
Em outras palavras, da mesma forma que ocorreu no plano federal um primeiro compromisso do município é valorizar a área cultural – entendendo, em definitivo, que ela existe nos dias de hoje dentro de um universo próprio - e que não é mais (ou não deve ser) vinculada à política de nenhum outro setor (salvo em ações conjuntas).
A área da cultura tem seus fundamentos, leis e orçamentos, tanto no plano do país quanto no do Estado e contribui para o desenvolvimento econômico e para a formação e fortalecimento identidade da população e do país. No plano histórico agora é a vez do município.
Conclusão (4) TRABALHAR, PELA ORDEM, COM CRITÉRIOS, A ORGANIZAÇÃO DE TODAS AS FASES NECESSÁRIAS
EMANCIPAR SOB RISCO DE DEFASAGEM E ISOLAMENTO
A área da cultura deve – portanto, como vemos - em cada município, ser na prática emancipada e dotada de estrutura administrativa e orçamentária própria. É uma constatação tão lógica quanto necessária para que os prefeitos não sejam surpreendidos - por exemplo - pela aprovação de uma hora para outra da PEC 150.
A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 150 é, aliás, um dos pontos centrais abordados pelo Plano Nacional de Cultura (PNC) - uma das suas prioridades: “A aprovação, em caráter de urgência, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 150/03 pelo Congresso Nacional e a garantia pelo Poder Executivo da destinação prioritária para políticas públicas de cultura”.
Ela (PEC 150) vincula para a cultura o mínimo de 2% no Orçamento da união, 1,5% no orçamento dos Estados e Distrito Federal, 1% do orçamento dos municípios.
A atualidade do debate nacional sobre o assunto nos fornece um bom parâmetro para comparar o avanço no plano do país com a situação predominante nos municípios – ainda agindo como baratas tontas.
Um projeto abrangente para a organização, em rede, da área cultural dos municípios deve levar em conta os seguintes aspectos:
1 - ADMINISTRATIVO
A percepção da importância da área da cultura pelo município (através de seus administradores e da sua população) deve levá-lo a concluir pela necessidade de, com a maior rapidez, fazer com que a cultura exista enquanto instância própria.
O PNC já orienta nesse sentido: “Estimular a criação e implantação de secretarias específicas de cultura e/ou fundações com orçamentos próprios nos estados e municípios”.
A FCMS pode e deve entrar nessa briga ampliando seus trabalhos de consultoria para sugerir, por exemplo, qual o modelo administrativo mais adequado para cada caso, tais como secretaria, fundação, departamento etc., e eventualmente suas subdivisões: como coordenadorias, gerências, núcleos, etc. O que são, para que servem, porque utilizá-las ou não.
Pode utilizar critérios como a população existente em cada local e fornecer modelos, orientações jurídicas, orçamentárias, técnicas etc., necessárias para implantar a opção. A FCMS (e o Minc) podem com certeza prestar uma ampla consultoria administrativa.
2 - JURÍDICO
Outra ação fundamental para que a cultura dos municípios interessados adentre o século XXI e interaja com as demais esferas é a existência de uma legislação municipal regulamentando o setor.
É desse modo que o município vai dispor dos meios legais necessários para as ações, locais e externas. A legislação regulamentará, por exemplo, um Plano Municipal de Cultura, o Conselho Municipal de Cultura e o Fundo Municipal de Cultura.
Nesse sentido é importante frisar que a não existência de tais mecanismos, a começar pelo Conselho Municipal de Cultura já é hoje fator impeditivo para que os municípios de MS obtenham financiamentos do FIC (Fundo de Investimentos Culturais), da Fundação de Cultura de MS.
Quanto à importância dos conselhos municipais a FCMS até mesmo realizou seminário em 2007, fornecendo entre outras orientações modelos de lei para criação de conselhos municipais de cultura. Excelente trabalho, que deve ser valorizado novamente – dentro de um projeto mais amplo.
3 - FÍSICO
O Governo do Estado, através da FCMS, deve criar e propor, juntamente com o Ministério da Cultura, projeto semelhante ao Programa Nacional de Apoio à Gestão Administrativa e Fiscal dos Municípios (PNAFM), do Ministério da Fazenda.
O PNAFM visa à melhoria da atividade administrativa da gestão pública municipal, destacadamente na área financeira, auxiliando na aquisição de equipamentos de infra-estrutura e de informática - no apoio e na comunicação.
Ou seja, a FCMS e o MINC podem, dentro do programa, doar aos municípios parceiros - que não disponham de equipamento (próprio da área da cultura não de outro órgão) um KIT constituído por micro-computador, impressora, escrivaninha e cadeira (ou o que mais for considerado necessário).
O valor de cada kit certamente não chegaria a R$ 2.500,00. Fazendo as contas, se em MS fosse necessária a doação de 100 kits (o número deve ser menor) o valor total será de R$ 250.000,00. Falando também popularmente, dinheiro de chipa diante dos R$ 90 milhões que teriam sido gastos na gestão anterior.
O mesmo programa (do Ministério da Fazenda) oferece também capacitação, consultoria, infra-estrutura e administração de pessoal. Abrange quase exatamente as mesmas áreas que descrevemos aqui. Não precisamos, previsivelmente, reinventar a roda.
Com certeza podemos criar nosso próprio modelo, já que cada lugar preserva suas peculiaridades, com base em experiências bem sucedidas.
Outros aspectos a serem considerados são a necessidade da manutenção dos equipamentos e o custeio das atividades desenvolvidas (material de consumo como tinta para impressoras, papéis, etc.).
4 - HUMANO
A primeira sugestão para um administrador municipal é colocar frente à pasta uma pessoa efetivamente interessada, identificada com o assunto, que entenda a importância da cultura para o município. São qualidades que podem contribuir para tornar o gestor mais versátil, desenvolto e integrado para aprender e para interagir. A pasta não pode ser tratada como um cabide de emprego – deve haver a maior afinidade possível da pessoa com o cargo.
5 - GESTÃO
Uma vez que a área da cultura do município se encontre dotada de estrutura: 1) administrativa (o órgão adequado/indicado para funcionamento da área da cultura local), 2) jurídica (as leis necessárias tanto para o próprio município quanto para interagir com o Estado e o Governo Federal), 3) física (local e equipamentos, as ferramentas de trabalho), 4) de custeio (que garanta as condições de funcionamento permanente do trabalho), vem o essencial: A GESTÃO. Que ações realizar?
Nesse sentido, começamos por duas sugestões:
A) a primeira é iniciar um trabalho continuado de formação dos gestores para a área da cultura - começando por uma formação básica, que pode contar com a ajuda de cartilhas, internet, vídeos e outras mídias.
Cabe nesse trabalho (de formação) um dos princípios do jornalismo (já que se trata de comunicação) - o de que o jornalista não deve pressupor que todos os leitores conheçam da mesma forma o assunto que está sendo tratado - e que é preciso sempre relembrar informações fundamentais. O objetivo é “situar” o leitor. No caso, o gestor.
A formação de um gestor cultural, levada a fundo, certamente justifica até mesmo uma cátedra específica nas universidades brasileiras – a de GESTOR CULTURAL. É possível que em futuro não muito distante a formação, técnica ou superior na área, seja requisito para o desempenho do trabalho.
Entre inúmeros assuntos o gestor deve aprender sobre a história da arte e da cultura, quais são e o que fazem os órgãos ligados à cultura (no Estado e no país), atribuições e políticas desenvolvidas, subdivisões (secretarias, fundações, secretarias, gerências, etc.), legislação existente (Constituição, Lei Estadual 2.726, etc.), financiamentos (FIC, FNC, Lei Rouanet, etc.).
B) A segunda providência refere-se ao encaminhamento, também de imediato de ações locais voltadas para a construção da organização, em rede, a partir dos moldes propostos e da parceria efetivada.
Enfatizar que no Estado existem oito áreas de produção cultural e no federal 10 e quais essas áreas.
A realização, de imediato, no município – com apoio da FCMC de inventário e diagnóstico da cultura local como ações prioritárias, cadastrando artistas, equipamentos etc.
Delasnieve Miranda Daspet de Souza
Secretária Executiva do Fórum de Cultura de Mato Grosso do Sul
domingo, 7 de março de 2010
Dia Internacional da Mulher
Segunda-feira
É Dia Internacional da Mulher.............................
Dos clássicos extrai a segunda-feira. Famosa senhora estruturada e muito bem, na rocha domingueira, que estabelece os ingredientes a serem degustados nos próximos seis dias semanais.
Um verdadeiro marco, que passeia no calendário anual. Qualquer data mensal pode marcar uma segunda-feira. Esse dia da semana, por si só, basta como determinante que, generalizado, rege o ciclo de vida da gente. Define afazeres e sela decisões.
Os veículos de comunicação enaltecem esta Segunda, oito de março de dois mil e dez. Oito de março é data histórica. Registrou o evento manifestante das valentes mulheres, que hastearam a bandeira de sangue, clamando por justiça. Aquelas trabalhadoras eram convictas da capacidade e eficiência humana, independente de sexo.
Sábias heroinas! Agriculturas de êxto. A semente plantada germinou e floresceu. Exemplo de resistência que brota e frutifica em qualquer solo... Mulher trabalhadora mantem sua integridade ilesa: continua feminina, mesmo que a profissão exija trajes (ditos) masculinos...
Naturalmente que o dia de branco, hoje, amanheceu colorido, perfumado, vivo. Uma segunda-feira com feminilidade explícita. Enfeitada com mensagens, flores, presentes. Merecedora de elogios e, até mesmo, de homenagens inusitadas. Esta segunda-feira está disposta, prometedora de expressões amorosas e alianças sentimentais. Coisas bonitas e importantes. “Coisa de mulher”, como diz Raquel Naveira.
Para elaborar uma matéria sobre o ser humano mulher, a imprensa pausa em dificuldades, porque é como dissertar a respeito da mãe-natureza. Qual ângulo abordar? Seja qual for, o assunto se torna inesgotável. Todos são fonte de vida! Mulheres são ministras da saúde, educação, segurança... Muitas da economia e finanças, e outros tantos ministérios.
É sabido que entre as próprias mulheres formam-se três grupos: mulheres que saboreiam a glória da homenagem por ocasião do Dia Internacional da Mulher; As que são indiferentes, e as que até se ofendem por considerarem o evento uma discriminação... Bem como indiscutivelmente, mister se fez a manifestação feminina que urgiu reconhecimento pela intelectualidade e utilidade de mulheres nos campos profissionais.
Certamente, que existem e existirão parâmetros discriminatórios. Talvez a resistência seja o amparo do alicerce social. Aquela “coisa de mulher”: maternidade.
A totalidade existencial do ser humano é formada por uma única e indubitável dupla: homem e mulher. O poeta Victor Hugo escreveu “Paralelo”, a mais bela e real exposição dos valores da dupla, sem , em nenhum momento, versar sobre tabela de importância sobre os valores masculinos ou femininos.
Vanda Ferreira
É Dia Internacional da Mulher.............................
Dos clássicos extrai a segunda-feira. Famosa senhora estruturada e muito bem, na rocha domingueira, que estabelece os ingredientes a serem degustados nos próximos seis dias semanais.
Um verdadeiro marco, que passeia no calendário anual. Qualquer data mensal pode marcar uma segunda-feira. Esse dia da semana, por si só, basta como determinante que, generalizado, rege o ciclo de vida da gente. Define afazeres e sela decisões.
Os veículos de comunicação enaltecem esta Segunda, oito de março de dois mil e dez. Oito de março é data histórica. Registrou o evento manifestante das valentes mulheres, que hastearam a bandeira de sangue, clamando por justiça. Aquelas trabalhadoras eram convictas da capacidade e eficiência humana, independente de sexo.
Sábias heroinas! Agriculturas de êxto. A semente plantada germinou e floresceu. Exemplo de resistência que brota e frutifica em qualquer solo... Mulher trabalhadora mantem sua integridade ilesa: continua feminina, mesmo que a profissão exija trajes (ditos) masculinos...
Naturalmente que o dia de branco, hoje, amanheceu colorido, perfumado, vivo. Uma segunda-feira com feminilidade explícita. Enfeitada com mensagens, flores, presentes. Merecedora de elogios e, até mesmo, de homenagens inusitadas. Esta segunda-feira está disposta, prometedora de expressões amorosas e alianças sentimentais. Coisas bonitas e importantes. “Coisa de mulher”, como diz Raquel Naveira.
Para elaborar uma matéria sobre o ser humano mulher, a imprensa pausa em dificuldades, porque é como dissertar a respeito da mãe-natureza. Qual ângulo abordar? Seja qual for, o assunto se torna inesgotável. Todos são fonte de vida! Mulheres são ministras da saúde, educação, segurança... Muitas da economia e finanças, e outros tantos ministérios.
É sabido que entre as próprias mulheres formam-se três grupos: mulheres que saboreiam a glória da homenagem por ocasião do Dia Internacional da Mulher; As que são indiferentes, e as que até se ofendem por considerarem o evento uma discriminação... Bem como indiscutivelmente, mister se fez a manifestação feminina que urgiu reconhecimento pela intelectualidade e utilidade de mulheres nos campos profissionais.
Certamente, que existem e existirão parâmetros discriminatórios. Talvez a resistência seja o amparo do alicerce social. Aquela “coisa de mulher”: maternidade.
A totalidade existencial do ser humano é formada por uma única e indubitável dupla: homem e mulher. O poeta Victor Hugo escreveu “Paralelo”, a mais bela e real exposição dos valores da dupla, sem , em nenhum momento, versar sobre tabela de importância sobre os valores masculinos ou femininos.
Vanda Ferreira
terça-feira, 2 de março de 2010
ELEIÇÃO NA UBE-MS
CHAPA “UNIÃO É SUCESSO!”
UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES – UBE/MS
Carta-compromisso aos filiados da UBE/MS
De: Vanda Ferreira
Campo Grande-MS, 02 de março de 2010
Amigas e amigos,
Companheiros de jornada e luta pela cultura em Mato Grosso do Sul
Conclamamos a todos para uma participação verdadeira e corajosa nas eleições da nossa entidade no dia 27 de março deste ano (2010). Com o seu voto iremos compor a nova Diretoria, com os integrantes da Chapa “UNIÃO É SUCESSO!”.
Temos por compromisso básico a reabilitação da UNIÃO DE ESCRITORES no âmbito da entidade. A nossa chapa é cultural, sendo foco desta proposta a comunhão de ideais em sincera e fraterna convivência.
Uma boa notícia para os que amam a nossa UBE/MS é de que, na Assembleia Extraordinária de 20 de fevereiro de 2010, foi decidido que será concedida ANISTIA com relação às mensalidades em atraso até dezembro de 2009. Assim, TODOS os filiados poderão votar nesta eleição, desde que paguem, até o dia da votação, as três parcelas relativas a 2010 (janeiro, fevereiro e março = R$ 20).
Compreendendo assim, a rica oportunidade que a UNIÃO representa para o SUCESSO das realizações artístico-culturais a que aspiramos, relacionamos abaixo os nomes que compõem a nossa CHAPA “UNIÃO É SUCESSO!”, cuja chapa tem o voto da ativista da literatura sul-mato-grossense Professora Iolete Moreira:
CHAPA “UNIÃO É SUCESSO!” – UBE/MS
PRESIDENTE: Vanda Ferreira
Vice-Presidente: Anisio Antonio Moreira
1º Secretário: Rubenio Marcelo
Secretário-Substituto: Nicanor Coelho
1º Tesoureiro: Jose Valdeci de Souza Martins
Tesoureira-Substituta: Ileides Joana Muller
Diretor do Departamento de Cultura: Reginaldo Sans
Diretor do Departamento de Imprensa e Divulgação: Gutemberg Honorato de Moura
Diretora do Departamento Jurídico: Aida Domingos
Diretor do Departamento de Patrimônio: Rubens Moraes da Costa Marques
Conselho da UBE/MS
Presidente: Ledir Marques Pedrosa
Joana D’arc Mendes Gothchalk,
Zanir Furtado
Suplentes
Maria Helena Sarti, Dolores Guimarães
e Sagramour Fariaz
PROPOSTAS DA CHAPA “UNIÃO É SUCESSO!”
1.Aperfeiçoar a democracia para reabilitar a união dos escritores.
2.Ações artístico-culturais e socioeducativas por meio de saraus, palestras, rodas de prosa e outros eventos na capital e no interior;
3.Ampliação do quadro de associados;
4.Melhorias para a Sede da UBE/MS e luta pela aquisição da sede própria;
5.Promoção de parcerias para o ativismo do ofício literário;
6.Desenvolvimento de eficiente sistema para edição de obras literárias dos Membros da UBE/MS;
7.Promoção da UBE/MS em âmbitos local, estadual e nacional;
8.Em especial abrir as portas da UBE/MS e estender, igualmente, todos os benefícios aos escritores-associados; sejam eles da capital ou do interior.
AJUDE-NOS A DIVULGAR A CHAPA “UNIÃO É SUCESSO!”
Muito obrigada!
Campo Grande-MS, 02 de março de 2010
Vanda Ferreira
UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES – UBE/MS
Carta-compromisso aos filiados da UBE/MS
De: Vanda Ferreira
Campo Grande-MS, 02 de março de 2010
Amigas e amigos,
Companheiros de jornada e luta pela cultura em Mato Grosso do Sul
Conclamamos a todos para uma participação verdadeira e corajosa nas eleições da nossa entidade no dia 27 de março deste ano (2010). Com o seu voto iremos compor a nova Diretoria, com os integrantes da Chapa “UNIÃO É SUCESSO!”.
Temos por compromisso básico a reabilitação da UNIÃO DE ESCRITORES no âmbito da entidade. A nossa chapa é cultural, sendo foco desta proposta a comunhão de ideais em sincera e fraterna convivência.
Uma boa notícia para os que amam a nossa UBE/MS é de que, na Assembleia Extraordinária de 20 de fevereiro de 2010, foi decidido que será concedida ANISTIA com relação às mensalidades em atraso até dezembro de 2009. Assim, TODOS os filiados poderão votar nesta eleição, desde que paguem, até o dia da votação, as três parcelas relativas a 2010 (janeiro, fevereiro e março = R$ 20).
Compreendendo assim, a rica oportunidade que a UNIÃO representa para o SUCESSO das realizações artístico-culturais a que aspiramos, relacionamos abaixo os nomes que compõem a nossa CHAPA “UNIÃO É SUCESSO!”, cuja chapa tem o voto da ativista da literatura sul-mato-grossense Professora Iolete Moreira:
CHAPA “UNIÃO É SUCESSO!” – UBE/MS
PRESIDENTE: Vanda Ferreira
Vice-Presidente: Anisio Antonio Moreira
1º Secretário: Rubenio Marcelo
Secretário-Substituto: Nicanor Coelho
1º Tesoureiro: Jose Valdeci de Souza Martins
Tesoureira-Substituta: Ileides Joana Muller
Diretor do Departamento de Cultura: Reginaldo Sans
Diretor do Departamento de Imprensa e Divulgação: Gutemberg Honorato de Moura
Diretora do Departamento Jurídico: Aida Domingos
Diretor do Departamento de Patrimônio: Rubens Moraes da Costa Marques
Conselho da UBE/MS
Presidente: Ledir Marques Pedrosa
Joana D’arc Mendes Gothchalk,
Zanir Furtado
Suplentes
Maria Helena Sarti, Dolores Guimarães
e Sagramour Fariaz
PROPOSTAS DA CHAPA “UNIÃO É SUCESSO!”
1.Aperfeiçoar a democracia para reabilitar a união dos escritores.
2.Ações artístico-culturais e socioeducativas por meio de saraus, palestras, rodas de prosa e outros eventos na capital e no interior;
3.Ampliação do quadro de associados;
4.Melhorias para a Sede da UBE/MS e luta pela aquisição da sede própria;
5.Promoção de parcerias para o ativismo do ofício literário;
6.Desenvolvimento de eficiente sistema para edição de obras literárias dos Membros da UBE/MS;
7.Promoção da UBE/MS em âmbitos local, estadual e nacional;
8.Em especial abrir as portas da UBE/MS e estender, igualmente, todos os benefícios aos escritores-associados; sejam eles da capital ou do interior.
AJUDE-NOS A DIVULGAR A CHAPA “UNIÃO É SUCESSO!”
Muito obrigada!
Campo Grande-MS, 02 de março de 2010
Vanda Ferreira
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
MANIFESTO
MANIFESTO 1º. ACAMPAMENTO DE POETAS DEL MUNDO “O GRITO DA TERRA -PRESERVAR PARA VIVER”
CAMPING DO CAFÉ DA BUGRA
CAMPO GRANDE, MS, BR.
Considerando a conquista milenar em que, há conhecimento de que os poetas são as molas propulsoras para eleger pensamentos mais realísticos diante da humanidade, manifestamos nesse 1º. Acampamento de Poetas Del Mundo na região rural de Campo Grande, MS, BR, a vontade de levar ao povo sul-mato-grossense, ao País e ao mundo a consciência global manifestada pela Paz, pelo Social e pelo Meio Ambiente.
Em obediência ao manifesto de nosso Secretário Geral Luiz Arias quando diz:
“Poeta do Mundo, una-se a essa batalha pela existência humana! Pela continuidade da vida!”, nossa colega poeta, cônsul do Em Torno Rural de Campo Grande, MS, Vanda Ferreira, com força e garra de mulher matuta consolidou esse 1º. Acampamento de Poetas Del Mundo – O grito da Terra - Preservar para Viver.
1. Diante dos cinco focos dos Poetas Del Mundo: O homem, o planeta, os direitos sociais, a solidariedade e a paz, reuniram-se poetas de cinco estados brasileiros, para seminário e debates nos dias 08, 09 e 10 de janeiro de 2010, compreendendo a unificação das raças que fazem parte de nosso país em primeira mão aos índios da região, os quais possuem uma cultura tão rica quanto às demais comunidades. Ficou proposto que se façam encontros nas aldeias em busca do índio poeta para integrar às fileiras dos Poetas Del Mundo.
2. Diante das atuais catástrofes ambientais manifestamos nossa solidariedade ao planeta estudando as espécies da flora e da fauna tão lindamente composta no Camping da Bugra. Ao tempo em se caminha para a tecnologia aplicada em todas as camadas da sociedade, nos propomos a ampliar o respeito, e a ternura para com a natureza, concordando que o belo é o simples e assim deve ser visto pela humanidade.
3. Ao seguirmos o item 3 do Manifesto dos Poetas Del Mundo “Ser poeta não significa escrever bonitas poesias, a poesia não é mero objeto de decoração. Temos que vive-la, temos que senti-la, temos que praticá-la.[...]”, apresentamos aos presentes o Seminário: Sinestesia e Literatura, no qual aprendemos a “sentir” a natureza, praticar o natural e escrever sobre o todo universal usando “todos” os sentidos, nos propondo a continuação desse exercício com estudos mais aprofundados e extensivos aos subsídios literários.
4. Declaramos e apoiamos encontros formando Roda de Prosa em todas as comunidades, em especial nas carentes do município levando as Leis Municipais, Estaduais e Federais à população, obtendo com isso uma maior integração moral e social na tentativa de uma compreensão maior daqueles que sofrem discriminação racial, ou de classe.
5. Aproveitando o item nº.9 do Manifesto Mundial dos Poetas Del Mundo onde declara que: “[...] nos declaramos pacifistas, mas não covardes, nem passivos. Antimilitaristas, mas de nenhuma maneira ingênuos, mesmo que sentimentalistas por natureza, porque na expressão artística, a tinta da escrita é o sangue de nossas almas [...]”, manifestamos e registramos a questão do lixo em nossas vidas e no planeta. O lixo deve ser observado como o entulho tanto físico quanto psíquico. A conscientização de onde colocar o nosso lixo se faz necessária e urgente. Dizemos “NÃO” à passividade.
6. Em palestra realizada pela poeta e cônsul Vanda Ferreira com o título: “Pé de Luxo” tomamos a consciência de que é urgente prepararmos facilitadores para a batalha diária contra os abusos e desmandos da modernidade do “tudo pode”.
7. Manifestamos, por fim, que estamos convictos sobre os nossos direitos e os nossos deveres enquanto cidadãos e cidadãs dispostos a desenvolver mediante à palavra falada, escrita, televisionada o manifesto proposto, bem assim como examinar e sugerir estratégias para que possamos integralizar nosso pensamento à toda humanidade.
8. Sugerimos o estabelecimento de ações reivindicatórias perante as autoridades locais, estaduais e federais para desempenho maior às entidades culturais que primem pela ordem, pela harmonia e pela paz, através de patrocínios, doações, investimentos fiscais, realização de projetos literários e sociais.
9. Apresentamos como guia o grito da Terra, a conscientização que devemos preservar para viver para podermos continuar com nossos propósitos de que o homem precisa respeitar o Planeta em que vive, para fazer uso de seus direitos sociais, entendo o bem que há na solidariedade em procura da Paz.
Delasnieve Daspet
Embaixadora para o Brasil de Poetas Del Mundo
Aida Domingos
Cônsul da Cidade de Campo Grande, MS
Vanda Ferreira – Realizadora do Evento
Cônsul do Em Torno Rural de Campo Grande,MS
Nena Sarti - Redatora
Cônsul da Região do Imbirussu, Campo Grande,MS
Poetas Del Mundo presentes e Convidados:
Delasnieve Daspet – Embaixadora para o Brasil e Sub-secretária para as Américas
Ainda Domingos – Cônsul da cidade de Campo Grande/MS
Vanda Ferreira – Cônsul do em torno rural de Campo Grande/ MS
Nena Sarti – Cônsul da região do Imbirussu, Campo Grande/MS
Sonia Medeiros Imamura – Cônsul da cidade de Búzios/RJ
Elaine Mello – Rio das Ostras/RJ
Nelson Viera – Campo Grande/MS
José Faria Nunes – Cônsul do Estado de Goiás
Zélia Balbina – Cônsul do Estado do Rio de Janeiro /RJ
Olga Fonseca – Cônsul de Londrina/PR
Reginaldo Sans – Campo Grande/MS
Sabrina Carvalho – São Paulo/SP
Diego Adrianne – Campo Grande/MS
Fernando Nogueira – Campo Grande/MS
Santo Sarti – Campo Grande/MS
CAMPING DO CAFÉ DA BUGRA
CAMPO GRANDE, MS, BR.
Considerando a conquista milenar em que, há conhecimento de que os poetas são as molas propulsoras para eleger pensamentos mais realísticos diante da humanidade, manifestamos nesse 1º. Acampamento de Poetas Del Mundo na região rural de Campo Grande, MS, BR, a vontade de levar ao povo sul-mato-grossense, ao País e ao mundo a consciência global manifestada pela Paz, pelo Social e pelo Meio Ambiente.
Em obediência ao manifesto de nosso Secretário Geral Luiz Arias quando diz:
“Poeta do Mundo, una-se a essa batalha pela existência humana! Pela continuidade da vida!”, nossa colega poeta, cônsul do Em Torno Rural de Campo Grande, MS, Vanda Ferreira, com força e garra de mulher matuta consolidou esse 1º. Acampamento de Poetas Del Mundo – O grito da Terra - Preservar para Viver.
1. Diante dos cinco focos dos Poetas Del Mundo: O homem, o planeta, os direitos sociais, a solidariedade e a paz, reuniram-se poetas de cinco estados brasileiros, para seminário e debates nos dias 08, 09 e 10 de janeiro de 2010, compreendendo a unificação das raças que fazem parte de nosso país em primeira mão aos índios da região, os quais possuem uma cultura tão rica quanto às demais comunidades. Ficou proposto que se façam encontros nas aldeias em busca do índio poeta para integrar às fileiras dos Poetas Del Mundo.
2. Diante das atuais catástrofes ambientais manifestamos nossa solidariedade ao planeta estudando as espécies da flora e da fauna tão lindamente composta no Camping da Bugra. Ao tempo em se caminha para a tecnologia aplicada em todas as camadas da sociedade, nos propomos a ampliar o respeito, e a ternura para com a natureza, concordando que o belo é o simples e assim deve ser visto pela humanidade.
3. Ao seguirmos o item 3 do Manifesto dos Poetas Del Mundo “Ser poeta não significa escrever bonitas poesias, a poesia não é mero objeto de decoração. Temos que vive-la, temos que senti-la, temos que praticá-la.[...]”, apresentamos aos presentes o Seminário: Sinestesia e Literatura, no qual aprendemos a “sentir” a natureza, praticar o natural e escrever sobre o todo universal usando “todos” os sentidos, nos propondo a continuação desse exercício com estudos mais aprofundados e extensivos aos subsídios literários.
4. Declaramos e apoiamos encontros formando Roda de Prosa em todas as comunidades, em especial nas carentes do município levando as Leis Municipais, Estaduais e Federais à população, obtendo com isso uma maior integração moral e social na tentativa de uma compreensão maior daqueles que sofrem discriminação racial, ou de classe.
5. Aproveitando o item nº.9 do Manifesto Mundial dos Poetas Del Mundo onde declara que: “[...] nos declaramos pacifistas, mas não covardes, nem passivos. Antimilitaristas, mas de nenhuma maneira ingênuos, mesmo que sentimentalistas por natureza, porque na expressão artística, a tinta da escrita é o sangue de nossas almas [...]”, manifestamos e registramos a questão do lixo em nossas vidas e no planeta. O lixo deve ser observado como o entulho tanto físico quanto psíquico. A conscientização de onde colocar o nosso lixo se faz necessária e urgente. Dizemos “NÃO” à passividade.
6. Em palestra realizada pela poeta e cônsul Vanda Ferreira com o título: “Pé de Luxo” tomamos a consciência de que é urgente prepararmos facilitadores para a batalha diária contra os abusos e desmandos da modernidade do “tudo pode”.
7. Manifestamos, por fim, que estamos convictos sobre os nossos direitos e os nossos deveres enquanto cidadãos e cidadãs dispostos a desenvolver mediante à palavra falada, escrita, televisionada o manifesto proposto, bem assim como examinar e sugerir estratégias para que possamos integralizar nosso pensamento à toda humanidade.
8. Sugerimos o estabelecimento de ações reivindicatórias perante as autoridades locais, estaduais e federais para desempenho maior às entidades culturais que primem pela ordem, pela harmonia e pela paz, através de patrocínios, doações, investimentos fiscais, realização de projetos literários e sociais.
9. Apresentamos como guia o grito da Terra, a conscientização que devemos preservar para viver para podermos continuar com nossos propósitos de que o homem precisa respeitar o Planeta em que vive, para fazer uso de seus direitos sociais, entendo o bem que há na solidariedade em procura da Paz.
Delasnieve Daspet
Embaixadora para o Brasil de Poetas Del Mundo
Aida Domingos
Cônsul da Cidade de Campo Grande, MS
Vanda Ferreira – Realizadora do Evento
Cônsul do Em Torno Rural de Campo Grande,MS
Nena Sarti - Redatora
Cônsul da Região do Imbirussu, Campo Grande,MS
Poetas Del Mundo presentes e Convidados:
Delasnieve Daspet – Embaixadora para o Brasil e Sub-secretária para as Américas
Ainda Domingos – Cônsul da cidade de Campo Grande/MS
Vanda Ferreira – Cônsul do em torno rural de Campo Grande/ MS
Nena Sarti – Cônsul da região do Imbirussu, Campo Grande/MS
Sonia Medeiros Imamura – Cônsul da cidade de Búzios/RJ
Elaine Mello – Rio das Ostras/RJ
Nelson Viera – Campo Grande/MS
José Faria Nunes – Cônsul do Estado de Goiás
Zélia Balbina – Cônsul do Estado do Rio de Janeiro /RJ
Olga Fonseca – Cônsul de Londrina/PR
Reginaldo Sans – Campo Grande/MS
Sabrina Carvalho – São Paulo/SP
Diego Adrianne – Campo Grande/MS
Fernando Nogueira – Campo Grande/MS
Santo Sarti – Campo Grande/MS
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quarta-feira, fevereiro 24, 2010
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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
acróstico "BUGRA SARARÁ" - Venancio
B ugra, você adentrou em meu sonhos dourados
U ma, duas, três, ou mais vezes
G uarneceu de amor, paz e alegria,minha alma escura e fria
R evitalizou àquele coração cansado
A dormecido num profundo esquecimento e abandono
S onhei
A ssim como todos sonham
R i, chorei
A mei, desamei...felismente
R evivi prá vida, já quase esquecida
A lcancei a paz, em minha alma perdida
U ma, duas, três, ou mais vezes
G uarneceu de amor, paz e alegria,minha alma escura e fria
R evitalizou àquele coração cansado
A dormecido num profundo esquecimento e abandono
S onhei
A ssim como todos sonham
R i, chorei
A mei, desamei...felismente
R evivi prá vida, já quase esquecida
A lcancei a paz, em minha alma perdida
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
presente do amigo Roberto Carlos,
por ocasião da realização do evento "O grito da terra - preservar para viver",
1º acampamento de Poetas del Mundo, no Camping do Café da Bugra, em Campo Grande/MS
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segunda-feira, fevereiro 08, 2010
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Vanda Ferreira ladeada por Diego Adrianne, músico de MS e a atriz Sabrina Carvalho,
após seu espetáculo de Pirofagia no sarau "Encontro Pantaneiro", durante o 1º acampamento de Poetas del Mundo.
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quinta-feira, fevereiro 04, 2010
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ALIANÇA DE OURO
Todos convidados para aliançar comigo, e constituir permanente manutenção ao processo evolutivo em prol do bem entre todos os seres.
O b r i g a d a!




