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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Forum de Cultura de Mato Grosso do Sul

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DO FÓRUM ESTADUAL DE CULTURA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL – FESC-MS, REFERENTE AO EXERCÍCIO DE 2008 A 2010, NA GESTÃO DA DIRETORIA DA SECRETÁRIA EXECUTIVA - DELASNIEVE MIRANDA DASPET DE SOUZA.








A partir do mês de dezembro de 2008 a dezembro de 2009, o FESC-MS, realizou apresentações, conquistas e participações como discriminadas abaixo:



Continuamos com o direito de participar efetivamente nos festivais: América do Sul (Corumbá-MS) e de Inverno (Bonito-MS). Isto havíamos conseguido ainda na nossa primeira gestão - de 2005 a 2007. Aprimorada na parceria com a Fundação de Cultura do Estado - que monta um belíssimo estande para o FESC/MS no espaço principal, em Corumbá e em Bonito.



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Apresentamos propostas dos associados do FESC/MS aos candidatos ao governo do estado para que fossem incluídos em seus programas de governo.



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Obtivemos a concessão de uma sala para o FESC-MS, com ponto para internet e telefone, no sexto (6.º) andar do prédio sede da Fundação de Cultura do Estado de Mato Grosso do Sul – FCMS, localizado na Avenida Fernando Corrêa da Costa, 559 – Campo Grande-MS.



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Encaminhamos ao Ministério da Cultura, proposição para criação de escritório daquele ministério na região centro oeste, com sede em Campo Grande-MS.



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O FESC-MS teve a iniciativa de interceder pelos associados com pendências junto ao FIC-MS, na busca de soluções.



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Foi apresentada a proposta de Boni Miranda, para que os fóruns de cultura dos municípios tivessem o apoio das prefeituras e do MINC, para efetivação e aplicação de uma política de cultura, nos moldes propostos.



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Foram realizados procedimentos para escolha de candidato do FESC-MS, a época para representante do MINC, para o escritório da região centro oeste.



Ocorreram participações do FESC-MS no Festival América do Sul (Corumbá-MS) e Festival de Inverno (Bonito-MS).



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Procedimentos para escolha dos homenageados pelo FESC-MS, na sua primeira edição do Destaque Cultural do FESC-MS, de conformidade com o disposto nas Disposições Finais, art. 43, do Regimento Interno do FESC-MS.



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Discussão levada a efeito referente ao processo de execução contra Beatriz Soares, em face de verba obtida junto ao FIC, para o FESC-MS, em nome de Beatriz, uma vez que não houve aceitação da prestação de conta apresentada pela mesma, perante órgãos oficiais.



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Foi realizada visita ao deputado Youssif Domingos com o intuito de conseguir apoio para a criação de uma política estadual de cultura.



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O FESC-MS conseguiu para os seus associados, um espaço para apresentações, sob sua supervisão, a cada quinzena, na “Concha Acústica - Helena Meireles”, situada no parque das Nações Indígenas. E, em vinte (20) de setembro de 2008, foi realizado o “FESC NA CONCHA”, com participações de segmentos culturais do FESC-MS.



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No dia vinte e um de setembro de 2008, o FESC-MS participou da “Caminhada pela Paz”, com entidades integrantes do FESC-MS em apoio a promoção da Cultura da Paz realizada pela associada Delasnieve Daspet.



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Pelo conjunto da obra cultural a coletividade sul-mato-grossense foram indicados e receberam o Premio Destaque Cultural, primeira edição, em 2009, nas dependências do teatro Aracy Balabanian, as seguintes personalidades: Prof. Américo Ferreira Calheiros, Presidente da Fundação de Cultura do Estado de Mato Grosso do Sul, grande parceiro do FESC-MS nas atividades culturais no estado, Prof.ª Marley Sigrist, folclorista e educadora, Prof.ª Dr.ª Alisolete Antonia dos Santos Weingartner*, historiadora e educadora e Balbino Gonçalves de Oliveira, trovador e poeta. Sr. Agripino Soares de Magalhães – Mestre Cururueiro e da Viola do Cocho – em Corumbá-MS – que recebeu a homenagem no Hospital – por ocasião do Festival América do Sul do ano em curso. *Prof.ª Alisolete, recebeu as homenagens posteriormente, em 2010, em virtude de impossibilitada de receber em 2009, por motivos de ordem particular.



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Eleição e posse da diretoria do FESC-MS, para o exercício de 2009 a 2010.



A diretoria que foi e eleita e tomou posse foi constituída pelas seguintes pessoas: Delasnieve Miranda Daspet de Souza (OAB-MS) – Secretária Executiva, Aida Machado Domingos (FALA-MS) – Secretária Executiva Adjunta, Joseane da Silva Pinheiro (Coletivo de Mulheres Negras) – Secretária da diretoria, Maria Helena Sarti (UBE-MS) – Secretária suplente da diretoria, Beatriz de Fátima Soares (FENARTEMS) – Assessora titular, Vanesca Duarte (Associação dos Ciganos) - Assessora titular, Vitor Hugo Samúdio (Mercado Cênico) – Assessor suplente e Nill Amaral (OFIT) – Assessor suplente.



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Foi realizada a abertura do edital para a escolha de novos membros para o Conselho Estadual de Cultura de Mato Grosso do Sul.



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Houve participação do FESC-MS, no evento Café Colonial Dom Fernando, na primeira edição do Acampamento Poetas Del Mundo.



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Foi colocada uma situação já constatada anteriormente no Fórum em Diretorias passadas, a preocupação com a situação financeira de nossos artistas de renome que, na velhice, não encontram amparo financeiro para sua manutenção. Foi sugerido formar-se uma Comissão para discutir o assunto com o Sr. Marun - responsável pela Secretaria Estadual de Habitação para que fossem iniciados entendimentos para se criar uma Casa do Artista Sul-Mato-Grossense. Essa comissão foi composta por: Edilson Aspet, Amirtes Carvalho e Delasnieve Daspet e que o FESC MS iria fazer um convite à Ângela Finger, a qual não se encontrava presente na Assembléia, mas que foi idealizadora da proposta.



A secretária executiva esteve na Secretaria de Estadual de habitação do Estado de Mato Grosso do Sul, quando foi recebida pelo senhor Marun, oportunidade que ficou sabendo da tramitação naquela secretaria, de ações que visam atender os artistas menos favorecidos, inclusive a que fora objeto da sua ida a Secretaria Estadual de Habitação. Mesmo assim, reiterou o pedido. Na ocasião ficou acertado que o FESC-MS receberia a visita da Sr.ª Mirtes, secretária adjunta para proceder esclarecimentos referentes à obtenção de casa. Fato esse que ocorreu.



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Participação do FESC-MS, na Pré-Conferencia Setorial do Livro, Leitura e Literatura, em Brasília, nos dias 7, 8 e 9 de março.



Pré-Conferencias Setoriais em Brasília, com os representantes do FESC-MS: Delasnieve Daspet, Vitor Hugo Samudio e Brigido Ibanez.



Participação do FESC-MS, no Plano Estadual do Livro, Leitura e Literatura, nos dias 7, 8 e 9 do mês de abril, em Bonito-MS.



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Participação do FESC-MS nos grupos de MAPAS, PROJETOS E AÇÕES E DE PARCERIAS E ARTICULAÇÕES, quando apresentaram as seguintes propostas: 1 – Colocar as escolas a disposição da cultura, com inserções de programas que dêem valorização ao livro (fomentar); 2 – Ir a locais previamente escolhidos em que há constatação de carência de habito de leitura, e contar histórias que constam no livro, que pretendem sejam lidos pelos ouvintes; 3 – Capacitar pessoas que tem afinidades para contar histórias e serem mediadoras e que sejam remuneradas; 4 – Criação de bibliotecas rurais itinerantes; 5 – Promover o funcionamento das bibliotecas durante os finais de semana, atuando como centros culturais; 6 – Aproveitar os “grandes mestres” das próprias regiões, em face de vivenciarem o dia a dia das localidades e serem conhecedores dos gostos e costumes da população; 7 – Editar livros, a partir de projetos em que as pessoas contam suas experiências e fatos que consideram importantes, ocorridos em suas vidas enquanto moradores em zonas rurais, por exemplo: quilombolas, indígenas e ribeirinhos; 8 – Tornar acessíveis as comunidades, as bibliotecas das escolas públicas; 9 – Incentivar a formação de profissionais para atuarem na área de biblioteca; 10 – Inserir ensino religioso de caráter ecumênico nas escolas; 11 – Formar professor leitor com atuação em horário determinado pela direção, por exemplo: nos trinta minutos finais, ele lê um texto do livro (escolhido) e posteriormente, os alunos fazem também a leitura, apresentando depois um resumo; 12 – Formar pais leitores (é na família que tudo começa); 13 – Preparar os futuros professores no exercício de serem formadores de leitores; 14 – Criar sistema seletivo que permite a escolha do livro, mais apropriado para ser utilizado no segmento da cultura pretendido, de acordo com a faixa etária do público; 15 – Contemplar as diversidades regionais; 16 – Promover fomento a projetos de leitura nas escolas, realizando a inter-relação dos conteúdos do livro ás diversas expressões artísticas e possibilitando contratações de artistas e grupos artísticos. locais; 17 – Oportunizar a colocação de “quiosques com livros”, nas rodoviárias, aeroportos e em áreas centrais das cidades, que possibilitem exposições e vendas de livros de escritores regionais; 18 – Promover rodada de negócios com o fito de facilitar as vendas e agilizar o retorno da parte que cabe ao autor; 19 – Permitir a venda de livros, em farmácias e bancas de revistas, com facilidade de comércio, a partir da criação de selo de comercialização; 20 – Incentivar produção de literatura Afro Sul-Mato-Grossense; 21 – Quando for para distribuir livros nas escolas, que façam com cinqüenta por cento de livros de autores sul-mato-grossenses; 22 – Incentivar a leitura e expressão literária indígena.



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Realizada a abertura do edital para a escolha de novos membros do Conselho Estadual de Cultura do Estado de Mato Grosso do Sul. Foram escolhidos três titulares e quatro suplentes, como descriminado a seguir: Conselheiros titulares, Aida Machado Domingos, Reinaldo Arguelho e Robson Simões de Almeida. E, Marilene Machado – para suplente de Aida Machado Domingos, Edílson Aspet – para suplente de Reinaldo Arguelho e Vanesca Duarte Ribeiro – para suplente de Robson Simões de Almeida. Na vaga de Vitor Hugo Samudio, que renunciou foi eleito Nilson Marques.



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Foi posto em pauta por solicitação do Presidente do Conselho de Cultura do Estado de Mato Grosso do Sul– Villie Jr - A questão, sobre membros faltantes as sessões do Conselho Estadual de Cultura e sessões das assembléias do FESC-MS já arguidas em outras assembléias, quanto à não presença dos Conselheiros Estaduais de Cultura, representantes da sociedade civil às Assembléias do Fórum; que, regimentalmente, deverão ser substituídos. Informou a Secretária que a solicitação para essa verificação e procedimento partiu do Conselheiro Villei Jr., e, ao fazer o levantamento pelo LIVRO DE PRESENÇA AS REUNIÕES foi constatado que os conselheiros Fábio Costa Cacho (titular), João Melo e Juraci Mello (suplentes) – Não compareceram a nenhuma reunião do ano de 2009, e no ano de 2010 – Apenas no mês de janeiro compareceram, Fabio Costa e João Mello – pelo que configura o disposto no parágrafo 4º do artigo 5º do Regimento Interno do Fórum Estadual de Cultura, vigente c/c parágrafo 5º, I, (mensal) e II do mesmo artigo. Foram indicados os nomes para substituí-los, sendo aprovados os nomes de Rubenio Silvério Marcelo representante da “Academia Sul-Mato-Grossense de Letras”, como titular; como seu suplente foi eleita Joseane da Silva Pinheiro representante do “Coletivo de Mulheres Negras-MS - Raimunda Luzia de Brito”. Também foi eleita mais uma suplente, Cíntia Aparecida de Jesus Lima Olivo representante da “Associação Sul-Mato-Grossense de Cultura e Etnia Cigana”.



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Foi escolhida a comissão para indicar os nomes das pessoas a serem homenageadas e para receber o Premio Destaque Cultural do FESC-MS – 2010, constituída por Venâncio Josiel dos Santos, Rubenio Marcelo, Vitor Hugo Samudio, Robson Simões e Joseane da Silva Pinheiro. Que indicaram Juci Ibanez, Maria Helena Pettengill e Ruberval Cunha, respectivamente representantes dos segmentos: Musica, Dança e Cultura Popular.



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No mês de setembro, Delasnieve Daspet, participou na condição de convidada, do evento para discussão do Plano do Livro e da Literatura de Mato Grosso do Sul, na cidade de Bonito-MS.



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O FESC-MS se fez presente em Salvador-BA, na pessoa de Delasnieve Daspet, a convite do Ministério da Cultura, ocasião que também representou o Conselho Estadual de Cultura do Estado de Mato Grosso do Sul.



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Foi marcada a eleição para a próxima diretoria do FESC/MS - 2010-2011, para logo após a realização das festividades do Premio Destaque Cultural FESC-MS - 2010. O dia da eleição ficou para 11 de dezembro – sábado – no horário de sempre ( das 9 as 9,30 hs ) – para a eleição e posse da nova diretoria.



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A Secretária Executiva - Delasnieve Daspet solicitou a participação de todos – afirmando que o Fórum hoje é uma entidade da muita expressão no cenário da cultura do nosso Estado. Falou, ainda, da responsabilidade de quem assumir a nova gestão, para que não deixem morrer as conquistas obtidas pela direção que hora sai – que fez as aberturas - nos anos de sua gestão – que foram 4 (quatro) períodos. Conseguimos a participação do FESC/MS nos festivais de cultura de nosso estado, conseguimos espaço para 15 (quinze) participantes – como convidados – sendo um de cada entidade - e diretoria; da conquista de eventos como o Espaço do FESC/MS na “Concha Acústica Helena Meireles”, conseguiu completa integração com o Conselho de Cultura e a Fundação Estadual de Cultura, bem como as Municipais e, acima de tudo, com as entidades que compõem o FESC/MS.



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Falamos ainda da realização da II Edição do Destaque Cultural de 2010 – do FESC/MS – um evento que tem de ser cada vez mais aprimorado e distribuído com a classe artística de todo o estado. Os fazedores de cultura se encontram em todos os rincões sul-mato-grossenses.



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E, no encerramento deste, o registro da festa no Clube Estoril para a outorga do PREMIO DESTAQUE CULTURAL DO FESC-MS – 2010, em sua segunda edição – que contou com mais de 600 pessoas, na platéia e a participação maciça dos associados - com suas artes e convidados.



Estúdio de Dança - Beatriz de Almeida; Poeta - Aida Domingos;



Associação Luso Brasileira; Declamador - Pedro Henrique; Studio Nidal Abdul ; Poeta - Nena Sarti ; Grupo Folclórico - T'ikay ; Associação Nipo Brasileira ; Cia. de Artes Embrujos de Espana;



Grupo Litani ; BRINCARTE - Cia. de Teatro Infantil; Rejane Jardim ;



Mukamdo Kandongo ; ZOE – CIA. DE DANÇA;



Projeto Funk-se ; Poeta - Elias Borges ; Associação Colônia Paraguaia;



Centro de Pesquisas Folclóricas Mar de Xaraés; Associação dos Ciganos de Mato Grosso do Sul; Grupo Camalotes; Coral Louvor & Mensagem;



Carlos Luz ; União Brasileira de Escritores do Estado de Mato Grosso do Sul; Life Editora; Ramona Rodrigues ; Cia. das Artes; Artista Plástica - Marilza Bissoli



Com agradecimentos aos parceiros desta diretoria, que ora encerra a gestão 2009 – 2010:



FUNDAÇÃO DE CULTURA DE MATO GROSSO DO SUL; FIC - FUNDO DE INVESTIMENTOS CULTURAIS DE MATO GROSSO DO SUL; FUNDAC - FUNDAÇÃO DE CULTURA DE CAMPO GRANDE – MS; ASSOCIAÇÃO LUSO BRASILEIRA - CLUBE ESTORIL



ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL POETAS DEL MUNDO;



CERCLE UNIVERSEK DES EMBASSADEURS DE LA PAIX



LIFE EDITORA LTDA; CIA. DAS ARTES; CARLOS LUZ; TEATRÓLOGA RAMONA RODRIGUES; EDILSON ASPET



REINALDO ARGUELLO; GRUPO CULTURAL - CARLOS EDUARDO GOMES DA SILVA; ARTISTA PLÁSTICA - MARILZA BISSOLI;



UBE-MS - UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES-MS;



JORNAL - O ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL; ROBSON SIMÕES DE ALMEIDA e NELSON VIEIRA DE SOUZA.



É o que tínhamos para relatar.



Agradecemos a todos integrantes do Fórum de Cultura do Estado de Mato Grosso do Sul, pelo apoio que deram a esta diretoria, em especial aos companheiros de chapa – de todas as nossas gestões.



Aos onze dias do mês de dezembro de 2010.















Delasnieve Miranda Daspet de Souza



Secretária Executiva do FESC-MS



Gestão 2008 a 2010

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

PIZZARAU comemora um ano

PIZZARAU comemou no último sábado, dia 14, sua 12ª edição. O evento foi prestigiado por toda a sociedade campo-grandense. As organizadoras estão de parabens!!
 

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

VARAL DE POEMAS, MÚSICA, TUDO DE MELHOR

Quarta agora, dia 18/08 o SARAU DO ZÉ GERAL, realizando sua 669.ª edição, continua suas apresentações com muita música e poesia, da mesma maneira e jeito que foi concebido há mais de 15 anos, ou seja, sem programação e no total improviso.

Além de contribuir com a formação e lançamento de vários nomes de nossa música, bandas, solistas, cantores, poetas e instrumentistas, o Sarau fomentou a criação musical e contribuiu para que a noite de nossa cidade tenha tido uma relevante melhora em termos de espaços para a apresentação de nossos artistas, com a abertura de novas casas e a incessante “mania” de novos Saraus.

QUARTA AGORA CONTINUA O ‘VARAL DE POEMAS”

Com os poemas de Carlos Drumond de Andrade, que inauguraram o Varal, semanas atrás, nesta quarta, também estarão penduradas poesias e textos de nossa poetisa e escritora Vanda Ferreira.

ANOTE:

Rola Sarau com o varal toda quarta,

por volta de 9 da noite. Ingressos: R$ 5,00.

Av. Ernesto Geisel, 2821 - Cohafama

em frente ao Fort Atacadista

SERVIÇO:

Sarau do Zé Geral

Quarta – a partir de 21

terça-feira, 10 de agosto de 2010

VARAL DE POEMAS - um presente para Campo Grande

Vejam a mensagem que recebi do amigo Zé Geral:

"Inaugurei o Varal de poemas.
Venha ver amanhã no Sarau.
Se vier, traga uns seus pra aumentar a dose de bom gosto!!! "

ANOTE:

Rola Sarau com o varal toda quarta,
por volta de 9 da noite. Ingressos: R$ 5,00.
Av. Ernesto Geisel, 2821 - Cohafama 
em frente ao Fort Atacadista.

TALENTOS DA MATURIDADE

Divulgo endereço do site TALENTOS DA MATURIDADE.
Se vc é maior de 60 anos, acesse o site e participe dos concursos.
Se vc vc conhece alguem da melhor idade repasse esta informação. 

http://www.talentosdamaturidade.com.br/

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Aprendiz do bem

Aprendiz do bem



Aprendi com meu pai coisas importantes. Por exemplo olhar e ouvir, ouvir e sentir. Aprendi artes: macerar com o coração, fundir meu sangue com o verde florestal; Aprendi comer com os olhos e degustar as delícias dos cheiros, e, então, desenvolvi lingua na testa, aflorada de paladar, para lamber paisagens. Aprendi com meu pai a leitura das tatuagens que mapeiam os troncos de velhas árvores e expus o coração revestindo-me os ossos para ouvir passarinhos.

Aprendi com meu pai que o mundo é gigante, seus olhos são o sol, sua boca leitos d'agua, compartilha vida e é exemplo de gratidão.

Caminhei cores, trilhas do arco-iris, e descobri o ouro naquele tacho do horizonte celeste. Aprendi com meu pai a pregação de veemente amor santificador de paz que processa respeito pela terra, cobiça sentimental pela harmonia. E, aprendiz do bem, ensinei ao meu pai que vale a pena ensinar o bem.

 Vanda Ferreira

sexta-feira, 16 de julho de 2010

CENA DO MATO - bienal

A Bienal segue com uma programação diversificada nesta sexta, sábado e domingo, com diversos espetáculos, oficinas e os seguintes seminários:


SEXTA: Teatro - Academia - teatro e Teatro Pesquisa e Memória, as 9h no MIS (Prédio da FCMS)

SÁBADO: A produção artística e o cumprimento burocrático, com a procuradora do estado, Drª Valkiria Duarte, Procuradora da FCMS e A produção artística e o papel da mídia local, as 9h no MIS (Prédio da FCMS)

O Cena do Mato, para espantar o frio, prepara também dois dias em uma comemoração com todos os artistas e aberta a todo o publico Campo-Grandense

SEXTA FEIRA (16), na Escola de Samba Vila Carvalho uma super festa com:

Santo de Casa

O Trio, André, Junior e Fran, com musicas latinas

E para fechar a noite a Bateria nota 10 da Vila Carvalho

A partir das 22:30. Entrada Franca

Rua Tonico de Carvalho, 263, Vila Carvalho

SÁBADO (17), no Bar da Bienal/ALAGADOS, com:

Sarravulho, e
Facas Voadoras

A partir das 22:30. Entrada Franca

Av Fernando Correa da Costa, centro (ao lado do prédio da FCMS)

ESPERAMOS TODOS EM NOSSA PROGRAMAÇÃO E CLARO EM NOSSAS FESTAS ANTI-FRIO!

Mais informações e toda a programação em:

http://www.cenadomato.com/

quinta-feira, 1 de abril de 2010

NOTA DE REPÚDIO

(por ocasião do processo eleitoral 2010)


Venho por meio deste, tornar público meu repúdio ao processo antiestético e equivocado com que foram tratados os fatos do processo eleitoral de 2010 da União Brasileira de Escritores - UBE/MS.

Apesar do descaso com que foram tratadas as irregularidades encontradas pela Comissão Eleitoral da UBE/MS, ao proceder a análise documental das fichas dos associados e demais peças disponibilizadas, que podem impedir a realização do pleito;

Apesar das dificuldades que surgiram para estabelecer a inviabilização do pleito;

Apesar de ter sofrido tentativas de assédios, ameaças, chantagem perturbações para forçar acordos que, de maneira, viabilizassem as eleições 2010 da UBE/MS;

Apesar de descobrir que existem intenções nada sérias por parte de certas pessoas, às quais mantêm interesse em prejudicar o pleito que ora deveria transcorrer normalmente;

Apesar do menosprezo com que foi tradado o assunto;

Mantive a serenidade e não me curvei diante de pressão, continuo firme em meus princípios de paz e justiça, e no propósito de trabalhar com pessoas dignas.

Acredito que o momento é motivacional e todos se unirão para o advir de uma nova era que se inicia com a instalação da oportunidade para que todos nós sócios da UBE/MS promova a paz, a união e dê sua contribuição para que a entidade se fortaleça e faça juz ao seu respeitoso Estatuto.

Campo Grande, 25 de março de 2010

Vanda Ferreira

Membro da UBE/MS
67 9906.3336

segunda-feira, 15 de março de 2010

II Conferência da Cultura - FESCMS

PROPOSTA DO FESC/MS PARA A CULTURA - ENTREGUE NA II CONFERÊNCIA DA CULTURA

INTRODUÇÃO



Não vemos como o Governo do Estado possa - na área da cultura, através da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), e o governo federal - através do Ministério da Cultura (Minc), diante da urgência em efetivar (uma vez que o momento histórico assim exige) uma política clara, organizada, abrangente, realmente integrada, tecnológica e funcional, em conjunto com os municípios - prescindirem da coragem e iniciativa necessárias para tanto.



E efetivar tal política é neste momento, para a FCMS, uma necessidade evidente, prioritariamente colocada. Seja por ela representar a ligação, o elo, entre o poder federativo e os municípios, no âmbito do setor público, seja pela necessidade de levar a efeito suas próprias políticas.



O Seminário do Plano Nacional de Cultura em MS nos oferece importante oportunidade para debatermos os parâmetros necessários para a cultura - do município ao âmbito federal, mais ainda por vermos o PNC em debate de certo modo como um “contraponto” ao ponto de partida que entendemos necessário.



Na realidade, colocada a questão entendemos que a organização estadual e nacional da cultura deve passar a ser trabalhada pelo alicerce do âmbito federativo: o município.



O texto em debate não surpreende, propondo ações importantes como valorizar a diversidade, o intercâmbio, tratar da produção, difusão e distribuição de produtos, de equipamentos (cineclubes, telecentros, pontos de cultura, bibliotecas etc.).



Mostra também que o governo federal continua a pressupor – certamente devido ao real distanciamento político e administrativo existente, que a cultura nos municípios esteja “pronta”, que existe de modo suficientemente valorizado, organizado e equipado, apto, portanto, ao trabalho em rede necessário, o que não acontece.



Na realidade o PNC quer atribuir à área cultural dos municípios mais uma infinidade de ações sem levar em conta a situação predominante. Parece ignorar que dentro de um processo histórico, caracterizado pela ausência quase total de políticas públicas (estadual ou federal) descentralizadoras, municipalistas (em todas as áreas) eles (municípios) não dispõem na quase totalidade - como em MS - de padrões nas diversas capazes de viabilizar em rede, em conjunto, neste momento, de forma satisfatória, as políticas propostas. Insistir nisso seria jogar boa parte do dinheiro fora.



O PNC, como muitas vezes acontece em políticas nacionais, está passando ao largo de ações mais básicas. No sentido contrário, utilizando o ditado popular queremos dizer: “o buraco é mais embaixo”.



Claro também, e sem suspense - dado o notório quadro existente - é que uma política de cultura de alcance realmente estadual, abrangente e funcional implica para nós em criar - a partir de parcerias da FCMS com cada município interessado (e estimulado) (com o apoio do Ministério da Cultura) - estruturas locais (municipais) permanentes, com base institucional, física, administrativas, de pessoal e o que mais for necessário para promoção de políticas integradas.



Fundamental, portanto, é trabalhar de forma a estabelecer padrões que permitam promover - com uso das facilidades tecnológicas, em rede, a interação entre a área cultural do município e as do Estado (FCMS) e do país (MINC). Aliás, esse é um dos pontos centrais não só do Plano Nacional de Cultura como do Sistema Nacional de Cultura.



É possível comparar o cenário atual da política nacional de cultura (governo federal + estados + municípios) como um quebra cabeças, para o qual estão faltando peças importantes.



As ações necessárias podem sem dúvida serem colocadas em prática com relativa facilidade e dentro da melhor relação custo-benefício, mas a partir de uma primeira conclusão básica (1):



O PONTO DE PARTIDA É A SITUAÇÃO ENFRENTADA PELA ÁREA DA CULTURA NO MUNICÍPIO, componente celular dos estados e do país.



NÃO ENCONTRAMOS A HISTÓRIA PRONTA



Para entendermos melhor as dificuldades enfrentadas para valorização e organização da área da cultura nos municípios, temos que começar por lembrar que na esfera federal a área da cultura separou-se da área da educação há apenas 23 anos.



Na maioria das cidades (incluindo as de MS), por sua vez, essa emancipação ainda não ocorreu. A cultura continua predominantemente ligada às secretarias de educação, ou outros órgãos, sem nenhuma autonomia financeira ou política. (ANEXO 01).



O Ministério da Cultura foi criado em 1985 e em 1990 foi transformado em Secretaria da Cultura, voltando a ser ministério em 1992. Em 1999 teve ampliados seus recursos e reorganizada sua estrutura, sendo novamente reestruturado em 2003. É uma existência tanto recente quanto repleta de mudanças, que com certeza contribuem para desenvolver, aperfeiçoar suas estruturas e suas políticas.



Constatamos desse modo que se no plano federal a organização da área da cultura é recente e só agora encaminha medidas como debates sobre a elaboração de um Plano Nacional de Cultura e do Sistema Nacional de Cultura, nos municípios uma política definida, organizada e articulada nesse setor nunca existiu. Salvo, provavelmente, raras, honrosas e autóctones exceções.



Mais ainda, diante do mesmo quadro histórico sequer a política cultural em MS, de modo amplo, permanente e funcional NÃO ESTÁ DEFINIDA COM A CLAREZA E A FUNCIONALIDADE NECESSÁRIAS, embora não tenhamos duvidas de que a FCMS esteja no caminho certo.



INTERESSE COMUM E AÇÃO CONJUNTA SÃO PREMISSAS



Um princípio básico para qualquer ação na área da cultura é com certeza constitucional: “ninguém pode ser obrigado a associar-se ou a permanecer associado”.



O preceito, aliado à autonomia também constitucional dos municípios, conduz inevitavelmente à busca de soluções com base em interesses comuns, nas afinidades. E quais são essas afinidades?




A primeira – assim acreditamos - diz respeito ao interesse cívico, político, tanto com relação ao município como ao Estado: buscar o bem-estar da sua população.



Para isso o mandatário foi eleito. E administrador que se preze deve se preocupar com a cultura por entender que ela é importante, tanto para a economia quanto para a formação da identidade local. E que tem políticas, estadual e federal para ampará-la. Não vê quem não quer.


Outro argumento, forte e verdadeiro, é que ao não se interessar por uma parceria com a FCMS e o Minc para organização, padronização e desenvolvimento conjunto da área da cultura o município terá sérias dificuldades para interagir e ser beneficiado por programas, projetos, verbas ou ações, seja da administração estadual ou da federal.


Não vai dispor sequer na maioria das vezes dos mecanismos básicos, técnicos e administrativos, fundamentais para as interações necessárias.


O trabalho de procurar as novas administrações municipais para montar uma rede – do interesse de todos – deve ser levado a efeito por parte da FCMS com apoio do FESC/MS (Fórum Estadual de Cultura de MS) a partir de um projeto bem definido, montado com base em leitura fundamentada e capaz de oferecer nitidamente vantagens para as partes. O caminho é o do convencimento, do reconhecimento das vantagens com base em uma boa proposta.


Conclusão (3), ALÉM DE AÇÃO POLÍTICA É UMA AÇÃO ADMINISTRATIVA CONJUNTA, SINCRÔNICA, ONDE TODAS AS PARTES, INCLUINDO O GOVERNO FEDERAL, GANHAM.



DEFININDO CONJUNTAMENTE UM ROTEIRO DE AÇÃO



Concluída a fase do entendimento, fechada a parceria e acertados interesses comuns é preciso haver o cuidado de não queimar etapas.


Em outras palavras, da mesma forma que ocorreu no plano federal um primeiro compromisso do município é valorizar a área cultural – entendendo, em definitivo, que ela existe nos dias de hoje dentro de um universo próprio - e que não é mais (ou não deve ser) vinculada à política de nenhum outro setor (salvo em ações conjuntas).


A área da cultura tem seus fundamentos, leis e orçamentos, tanto no plano do país quanto no do Estado e contribui para o desenvolvimento econômico e para a formação e fortalecimento identidade da população e do país. No plano histórico agora é a vez do município.



Conclusão (4) TRABALHAR, PELA ORDEM, COM CRITÉRIOS, A ORGANIZAÇÃO DE TODAS AS FASES NECESSÁRIAS


EMANCIPAR SOB RISCO DE DEFASAGEM E ISOLAMENTO


A área da cultura deve – portanto, como vemos - em cada município, ser na prática emancipada e dotada de estrutura administrativa e orçamentária própria. É uma constatação tão lógica quanto necessária para que os prefeitos não sejam surpreendidos - por exemplo - pela aprovação de uma hora para outra da PEC 150.



A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 150 é, aliás, um dos pontos centrais abordados pelo Plano Nacional de Cultura (PNC) - uma das suas prioridades: “A aprovação, em caráter de urgência, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 150/03 pelo Congresso Nacional e a garantia pelo Poder Executivo da destinação prioritária para políticas públicas de cultura”.



Ela (PEC 150) vincula para a cultura o mínimo de 2% no Orçamento da união, 1,5% no orçamento dos Estados e Distrito Federal, 1% do orçamento dos municípios.



A atualidade do debate nacional sobre o assunto nos fornece um bom parâmetro para comparar o avanço no plano do país com a situação predominante nos municípios – ainda agindo como baratas tontas.



Um projeto abrangente para a organização, em rede, da área cultural dos municípios deve levar em conta os seguintes aspectos:



1 - ADMINISTRATIVO


A percepção da importância da área da cultura pelo município (através de seus administradores e da sua população) deve levá-lo a concluir pela necessidade de, com a maior rapidez, fazer com que a cultura exista enquanto instância própria.


O PNC já orienta nesse sentido: “Estimular a criação e implantação de secretarias específicas de cultura e/ou fundações com orçamentos próprios nos estados e municípios”.



A FCMS pode e deve entrar nessa briga ampliando seus trabalhos de consultoria para sugerir, por exemplo, qual o modelo administrativo mais adequado para cada caso, tais como secretaria, fundação, departamento etc., e eventualmente suas subdivisões: como coordenadorias, gerências, núcleos, etc. O que são, para que servem, porque utilizá-las ou não.



Pode utilizar critérios como a população existente em cada local e fornecer modelos, orientações jurídicas, orçamentárias, técnicas etc., necessárias para implantar a opção. A FCMS (e o Minc) podem com certeza prestar uma ampla consultoria administrativa.



2 - JURÍDICO



Outra ação fundamental para que a cultura dos municípios interessados adentre o século XXI e interaja com as demais esferas é a existência de uma legislação municipal regulamentando o setor.



É desse modo que o município vai dispor dos meios legais necessários para as ações, locais e externas. A legislação regulamentará, por exemplo, um Plano Municipal de Cultura, o Conselho Municipal de Cultura e o Fundo Municipal de Cultura.



Nesse sentido é importante frisar que a não existência de tais mecanismos, a começar pelo Conselho Municipal de Cultura já é hoje fator impeditivo para que os municípios de MS obtenham financiamentos do FIC (Fundo de Investimentos Culturais), da Fundação de Cultura de MS.



Quanto à importância dos conselhos municipais a FCMS até mesmo realizou seminário em 2007, fornecendo entre outras orientações modelos de lei para criação de conselhos municipais de cultura. Excelente trabalho, que deve ser valorizado novamente – dentro de um projeto mais amplo.



3 - FÍSICO


O Governo do Estado, através da FCMS, deve criar e propor, juntamente com o Ministério da Cultura, projeto semelhante ao Programa Nacional de Apoio à Gestão Administrativa e Fiscal dos Municípios (PNAFM), do Ministério da Fazenda.



O PNAFM visa à melhoria da atividade administrativa da gestão pública municipal, destacadamente na área financeira, auxiliando na aquisição de equipamentos de infra-estrutura e de informática - no apoio e na comunicação.



Ou seja, a FCMS e o MINC podem, dentro do programa, doar aos municípios parceiros - que não disponham de equipamento (próprio da área da cultura não de outro órgão) um KIT constituído por micro-computador, impressora, escrivaninha e cadeira (ou o que mais for considerado necessário).



O valor de cada kit certamente não chegaria a R$ 2.500,00. Fazendo as contas, se em MS fosse necessária a doação de 100 kits (o número deve ser menor) o valor total será de R$ 250.000,00. Falando também popularmente, dinheiro de chipa diante dos R$ 90 milhões que teriam sido gastos na gestão anterior.



O mesmo programa (do Ministério da Fazenda) oferece também capacitação, consultoria, infra-estrutura e administração de pessoal. Abrange quase exatamente as mesmas áreas que descrevemos aqui. Não precisamos, previsivelmente, reinventar a roda.



Com certeza podemos criar nosso próprio modelo, já que cada lugar preserva suas peculiaridades, com base em experiências bem sucedidas.



Outros aspectos a serem considerados são a necessidade da manutenção dos equipamentos e o custeio das atividades desenvolvidas (material de consumo como tinta para impressoras, papéis, etc.).



4 - HUMANO



A primeira sugestão para um administrador municipal é colocar frente à pasta uma pessoa efetivamente interessada, identificada com o assunto, que entenda a importância da cultura para o município. São qualidades que podem contribuir para tornar o gestor mais versátil, desenvolto e integrado para aprender e para interagir. A pasta não pode ser tratada como um cabide de emprego – deve haver a maior afinidade possível da pessoa com o cargo.



5 - GESTÃO


Uma vez que a área da cultura do município se encontre dotada de estrutura: 1) administrativa (o órgão adequado/indicado para funcionamento da área da cultura local), 2) jurídica (as leis necessárias tanto para o próprio município quanto para interagir com o Estado e o Governo Federal), 3) física (local e equipamentos, as ferramentas de trabalho), 4) de custeio (que garanta as condições de funcionamento permanente do trabalho), vem o essencial: A GESTÃO. Que ações realizar?



Nesse sentido, começamos por duas sugestões:



A) a primeira é iniciar um trabalho continuado de formação dos gestores para a área da cultura - começando por uma formação básica, que pode contar com a ajuda de cartilhas, internet, vídeos e outras mídias.


Cabe nesse trabalho (de formação) um dos princípios do jornalismo (já que se trata de comunicação) - o de que o jornalista não deve pressupor que todos os leitores conheçam da mesma forma o assunto que está sendo tratado - e que é preciso sempre relembrar informações fundamentais. O objetivo é “situar” o leitor. No caso, o gestor.



A formação de um gestor cultural, levada a fundo, certamente justifica até mesmo uma cátedra específica nas universidades brasileiras – a de GESTOR CULTURAL. É possível que em futuro não muito distante a formação, técnica ou superior na área, seja requisito para o desempenho do trabalho.


Entre inúmeros assuntos o gestor deve aprender sobre a história da arte e da cultura, quais são e o que fazem os órgãos ligados à cultura (no Estado e no país), atribuições e políticas desenvolvidas, subdivisões (secretarias, fundações, secretarias, gerências, etc.), legislação existente (Constituição, Lei Estadual 2.726, etc.), financiamentos (FIC, FNC, Lei Rouanet, etc.).



B) A segunda providência refere-se ao encaminhamento, também de imediato de ações locais voltadas para a construção da organização, em rede, a partir dos moldes propostos e da parceria efetivada.



Enfatizar que no Estado existem oito áreas de produção cultural e no federal 10 e quais essas áreas.



A realização, de imediato, no município – com apoio da FCMC de inventário e diagnóstico da cultura local como ações prioritárias, cadastrando artistas, equipamentos etc.



Delasnieve Miranda Daspet de Souza

Secretária Executiva do Fórum de Cultura de Mato Grosso do Sul

domingo, 7 de março de 2010

Dia Internacional da Mulher

Segunda-feira
É Dia Internacional da Mulher.............................


Dos clássicos extrai a segunda-feira. Famosa senhora estruturada e muito bem, na rocha domingueira, que estabelece os ingredientes a serem degustados nos próximos seis dias semanais.

Um verdadeiro marco, que passeia no calendário anual. Qualquer data mensal pode marcar uma segunda-feira. Esse dia da semana, por si só, basta como determinante que, generalizado, rege o ciclo de vida da gente. Define afazeres e sela decisões.

Os veículos de comunicação enaltecem esta Segunda, oito de março de dois mil e dez. Oito de março é data histórica. Registrou o evento manifestante das valentes mulheres, que hastearam a bandeira de sangue, clamando por justiça. Aquelas trabalhadoras eram convictas da capacidade e eficiência humana, independente de sexo.

Sábias heroinas! Agriculturas de êxto. A semente plantada germinou e floresceu. Exemplo de resistência que brota e frutifica em qualquer solo... Mulher trabalhadora mantem sua integridade ilesa: continua feminina, mesmo que a profissão exija trajes (ditos) masculinos...

Naturalmente que o dia de branco, hoje, amanheceu colorido, perfumado, vivo. Uma segunda-feira com feminilidade explícita. Enfeitada com mensagens, flores, presentes. Merecedora de elogios e, até mesmo, de homenagens inusitadas. Esta segunda-feira está disposta, prometedora de expressões amorosas e alianças sentimentais. Coisas bonitas e importantes. “Coisa de mulher”, como diz Raquel Naveira.

Para elaborar uma matéria sobre o ser humano mulher, a imprensa pausa em dificuldades, porque é como dissertar a respeito da mãe-natureza. Qual ângulo abordar? Seja qual for, o assunto se torna inesgotável. Todos são fonte de vida! Mulheres são ministras da saúde, educação, segurança... Muitas da economia e finanças, e outros tantos ministérios.

É sabido que entre as próprias mulheres formam-se três grupos: mulheres que saboreiam a glória da homenagem por ocasião do Dia Internacional da Mulher; As que são indiferentes, e as que até se ofendem por considerarem o evento uma discriminação... Bem como indiscutivelmente, mister se fez a manifestação feminina que urgiu reconhecimento pela intelectualidade e utilidade de mulheres nos campos profissionais.

Certamente, que existem e existirão parâmetros discriminatórios. Talvez a resistência seja o amparo do alicerce social. Aquela “coisa de mulher”: maternidade.

A totalidade existencial do ser humano é formada por uma única e indubitável dupla: homem e mulher. O poeta Victor Hugo escreveu “Paralelo”, a mais bela e real exposição dos valores da dupla, sem , em nenhum momento, versar sobre tabela de importância sobre os valores masculinos ou femininos.

Vanda Ferreira

quarta-feira, 3 de março de 2010

CONCURSO

Concursos do projeto - Ava Marandu - Os Guarani Convidam‏
De: Setorial de Cultura PT-MS (cultura.ptms@gmail.com)
Enviada: quarta-feira, 3 de março de 2010 14:35:02
Para:
1 anexo
ANDRÉIA_F...mp3 (3,8 MB)

Amigos, ouçam o áudio em anexo e conheçam melhor sobre os concursos descritos abaixo. Divulguem aos professores e escolas, para que todos tenham a oportunidade de participar. Abraços a todos e todas.

Concursos do Projeto AVA MARANDU - Os Guarani Convidam.

O Concurso Poesia, História em Quadrinhos, Desenho e Redação com o tema Cultura e Direitos Humanos dos Povos Guarani, destinado aos estudantes do ensino fundamental, médio e universitário de todo o Brasil e dos países do Mercosul. Há premiação de um lap top para o aluno, professor e a instituição de ensino da rede pública.

O Concurso sobre a Ilustração da Cartilha das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas é destinado ao público em geral e tem a premiação de R$ 5.000,00 e a impressão de 3.000 exemplares da Cartilha que será distribuída em todo o Brasil e nos países do Mercosul, com a contribuição da ONU.

Mais informações e acesso ao regulamentos em português, espanhol e guarani podem ser adquiridos no site www.pontaodeculturaguaicuru.org.br/avamarandu


:) Andréa Freire
Coordenadora Geral do Pontão de Cultura Guaicuru
Mato Grosso do Sul - Brasil
andreaefreire@gmail.com
contato@pontaodeculturaguaicuru.org.br
(67) 81364680 e 30266356.

terça-feira, 2 de março de 2010

ELEIÇÃO NA UBE-MS

CHAPA “UNIÃO É SUCESSO!”
UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES – UBE/MS

Carta-compromisso aos filiados da UBE/MS
De: Vanda Ferreira

Campo Grande-MS, 02 de março de 2010

Amigas e amigos,
Companheiros de jornada e luta pela cultura em Mato Grosso do Sul

Conclamamos a todos para uma participação verdadeira e corajosa nas eleições da nossa entidade no dia 27 de março deste ano (2010). Com o seu voto iremos compor a nova Diretoria, com os integrantes da Chapa “UNIÃO É SUCESSO!”.

Temos por compromisso básico a reabilitação da UNIÃO DE ESCRITORES no âmbito da entidade. A nossa chapa é cultural, sendo foco desta proposta a comunhão de ideais em sincera e fraterna convivência.

Uma boa notícia para os que amam a nossa UBE/MS é de que, na Assembleia Extraordinária de 20 de fevereiro de 2010, foi decidido que será concedida ANISTIA com relação às mensalidades em atraso até dezembro de 2009. Assim, TODOS os filiados poderão votar nesta eleição, desde que paguem, até o dia da votação, as três parcelas relativas a 2010 (janeiro, fevereiro e março = R$ 20).

Compreendendo assim, a rica oportunidade que a UNIÃO representa para o SUCESSO das realizações artístico-culturais a que aspiramos, relacionamos abaixo os nomes que compõem a nossa CHAPA “UNIÃO É SUCESSO!”, cuja chapa tem o voto da ativista da literatura sul-mato-grossense Professora Iolete Moreira:

CHAPA “UNIÃO É SUCESSO!” – UBE/MS
PRESIDENTE: Vanda Ferreira
Vice-Presidente: Anisio Antonio Moreira
1º Secretário: Rubenio Marcelo
Secretário-Substituto: Nicanor Coelho
1º Tesoureiro: Jose Valdeci de Souza Martins
Tesoureira-Substituta: Ileides Joana Muller
Diretor do Departamento de Cultura: Reginaldo Sans
Diretor do Departamento de Imprensa e Divulgação: Gutemberg Honorato de Moura
Diretora do Departamento Jurídico: Aida Domingos
Diretor do Departamento de Patrimônio: Rubens Moraes da Costa Marques
Conselho da UBE/MS
Presidente: Ledir Marques Pedrosa
Joana D’arc Mendes Gothchalk,
Zanir Furtado
Suplentes
Maria Helena Sarti, Dolores Guimarães
e Sagramour Fariaz


PROPOSTAS DA CHAPA “UNIÃO É SUCESSO!”

1.Aperfeiçoar a democracia para reabilitar a união dos escritores.

2.Ações artístico-culturais e socioeducativas por meio de saraus, palestras, rodas de prosa e outros eventos na capital e no interior;

3.Ampliação do quadro de associados;

4.Melhorias para a Sede da UBE/MS e luta pela aquisição da sede própria;

5.Promoção de parcerias para o ativismo do ofício literário;

6.Desenvolvimento de eficiente sistema para edição de obras literárias dos Membros da UBE/MS;

7.Promoção da UBE/MS em âmbitos local, estadual e nacional;

8.Em especial abrir as portas da UBE/MS e estender, igualmente, todos os benefícios aos escritores-associados; sejam eles da capital ou do interior.

AJUDE-NOS A DIVULGAR A CHAPA “UNIÃO É SUCESSO!”

Muito obrigada!

Campo Grande-MS, 02 de março de 2010

Vanda Ferreira

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

MANIFESTO

MANIFESTO 1º. ACAMPAMENTO DE POETAS DEL MUNDO “O GRITO DA TERRA -PRESERVAR PARA VIVER”

CAMPING DO CAFÉ DA BUGRA

CAMPO GRANDE, MS, BR.

Considerando a conquista milenar em que, há conhecimento de que os poetas são as molas propulsoras para eleger pensamentos mais realísticos diante da humanidade, manifestamos nesse 1º. Acampamento de Poetas Del Mundo na região rural de Campo Grande, MS, BR, a vontade de levar ao povo sul-mato-grossense, ao País e ao mundo a consciência global manifestada pela Paz, pelo Social e pelo Meio Ambiente.

Em obediência ao manifesto de nosso Secretário Geral Luiz Arias quando diz:

“Poeta do Mundo, una-se a essa batalha pela existência humana! Pela continuidade da vida!”, nossa colega poeta, cônsul do Em Torno Rural de Campo Grande, MS, Vanda Ferreira, com força e garra de mulher matuta consolidou esse 1º. Acampamento de Poetas Del Mundo – O grito da Terra - Preservar para Viver.

1. Diante dos cinco focos dos Poetas Del Mundo: O homem, o planeta, os direitos sociais, a solidariedade e a paz, reuniram-se poetas de cinco estados brasileiros, para seminário e debates nos dias 08, 09 e 10 de janeiro de 2010, compreendendo a unificação das raças que fazem parte de nosso país em primeira mão aos índios da região, os quais possuem uma cultura tão rica quanto às demais comunidades. Ficou proposto que se façam encontros nas aldeias em busca do índio poeta para integrar às fileiras dos Poetas Del Mundo.

2. Diante das atuais catástrofes ambientais manifestamos nossa solidariedade ao planeta estudando as espécies da flora e da fauna tão lindamente composta no Camping da Bugra. Ao tempo em se caminha para a tecnologia aplicada em todas as camadas da sociedade, nos propomos a ampliar o respeito, e a ternura para com a natureza, concordando que o belo é o simples e assim deve ser visto pela humanidade.

3. Ao seguirmos o item 3 do Manifesto dos Poetas Del Mundo “Ser poeta não significa escrever bonitas poesias, a poesia não é mero objeto de decoração. Temos que vive-la, temos que senti-la, temos que praticá-la.[...]”, apresentamos aos presentes o Seminário: Sinestesia e Literatura, no qual aprendemos a “sentir” a natureza, praticar o natural e escrever sobre o todo universal usando “todos” os sentidos, nos propondo a continuação desse exercício com estudos mais aprofundados e extensivos aos subsídios literários.


4. Declaramos e apoiamos encontros formando Roda de Prosa em todas as comunidades, em especial nas carentes do município levando as Leis Municipais, Estaduais e Federais à população, obtendo com isso uma maior integração moral e social na tentativa de uma compreensão maior daqueles que sofrem discriminação racial, ou de classe.

5. Aproveitando o item nº.9 do Manifesto Mundial dos Poetas Del Mundo onde declara que: “[...] nos declaramos pacifistas, mas não covardes, nem passivos. Antimilitaristas, mas de nenhuma maneira ingênuos, mesmo que sentimentalistas por natureza, porque na expressão artística, a tinta da escrita é o sangue de nossas almas [...]”, manifestamos e registramos a questão do lixo em nossas vidas e no planeta. O lixo deve ser observado como o entulho tanto físico quanto psíquico. A conscientização de onde colocar o nosso lixo se faz necessária e urgente. Dizemos “NÃO” à passividade.

6. Em palestra realizada pela poeta e cônsul Vanda Ferreira com o título: “Pé de Luxo” tomamos a consciência de que é urgente prepararmos facilitadores para a batalha diária contra os abusos e desmandos da modernidade do “tudo pode”.

7. Manifestamos, por fim, que estamos convictos sobre os nossos direitos e os nossos deveres enquanto cidadãos e cidadãs dispostos a desenvolver mediante à palavra falada, escrita, televisionada o manifesto proposto, bem assim como examinar e sugerir estratégias para que possamos integralizar nosso pensamento à toda humanidade.

8. Sugerimos o estabelecimento de ações reivindicatórias perante as autoridades locais, estaduais e federais para desempenho maior às entidades culturais que primem pela ordem, pela harmonia e pela paz, através de patrocínios, doações, investimentos fiscais, realização de projetos literários e sociais.

9. Apresentamos como guia o grito da Terra, a conscientização que devemos preservar para viver para podermos continuar com nossos propósitos de que o homem precisa respeitar o Planeta em que vive, para fazer uso de seus direitos sociais, entendo o bem que há na solidariedade em procura da Paz.

Delasnieve Daspet
Embaixadora para o Brasil de Poetas Del Mundo

Aida Domingos
Cônsul da Cidade de Campo Grande, MS

Vanda Ferreira – Realizadora do Evento
Cônsul do Em Torno Rural de Campo Grande,MS

Nena Sarti - Redatora
Cônsul da Região do Imbirussu, Campo Grande,MS

Poetas Del Mundo presentes e Convidados:

Delasnieve Daspet – Embaixadora para o Brasil e Sub-secretária para as Américas

Ainda Domingos – Cônsul da cidade de Campo Grande/MS

Vanda Ferreira – Cônsul do em torno rural de Campo Grande/ MS

Nena Sarti – Cônsul da região do Imbirussu, Campo Grande/MS

Sonia Medeiros Imamura – Cônsul da cidade de Búzios/RJ

Elaine Mello – Rio das Ostras/RJ

Nelson Viera – Campo Grande/MS

José Faria Nunes – Cônsul do Estado de Goiás

Zélia Balbina – Cônsul do Estado do Rio de Janeiro /RJ

Olga Fonseca – Cônsul de Londrina/PR

Reginaldo Sans – Campo Grande/MS

Sabrina Carvalho – São Paulo/SP

Diego Adrianne – Campo Grande/MS

Fernando Nogueira – Campo Grande/MS

Santo Sarti – Campo Grande/MS

ALIANÇA DE OURO

Todos convidados para aliançar comigo, e constituir permanente manutenção ao processo evolutivo em prol do bem entre todos os seres.

O b r i g a d a!